Criança de três anos é atacada por Pitbull da família em Botucatu
Um menino de apenas três anos de idade sofreu ferimentos graves após ser atacado por um cachorro da raça pitbull em sua própria residência, localizada no bairro Vila Ferroviária, em Botucatu, interior de São Paulo. O incidente ocorreu no sábado, dia 21, e deixou a comunidade em alerta sobre os riscos associados à guarda de animais de grande porte.
Detalhes do ataque e circunstâncias
Segundo informações contidas no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, a mãe da criança havia deixado o pequeno sob os cuidados de sua irmã, que é tia do menino e também tutora do animal. No momento do ataque, a mulher realizava a limpeza do quintal, onde o cão estava presente, enquanto a criança permanecia no local acompanhada de outros familiares.
O registro policial detalha que o portão que dá acesso à garagem foi aberto, permitindo que o menino entrasse no espaço para brincar com seu primo. Inicialmente, o pitbull não demonstrou qualquer reação agressiva. No entanto, quando a vítima pegou o primo no colo, o animal avançou repentinamente e mordeu com força a perna da criança.
Intervenção familiar e consequências
Familiares que estavam no local intervieram imediatamente para conter o ataque. Após várias tentativas, conseguiram fazer com que o cão soltasse o menino. A vítima foi rapidamente encaminhada ao Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu, onde recebeu atendimento médico de emergência.
Atualmente, a criança permanece internada no hospital, mas em estado considerado estável pelos médicos. A Polícia Civil registrou o caso como lesão corporal culposa e omissão de cautela na guarda de animal, destacando a responsabilidade dos tutores em garantir a segurança de terceiros.
Avaliação do comportamento animal
O Canil Municipal de Botucatu foi acionado para avaliar o comportamento do cachorro envolvido no ataque. Especialistas irão analisar o histórico e as condições em que o animal era mantido, visando determinar medidas adequadas para prevenir futuros incidentes.
Este caso serve como um alerta importante para a comunidade sobre a necessidade de supervisão constante quando crianças e animais de grande porte compartilham o mesmo ambiente. A segurança dos menores deve ser sempre priorizada, especialmente em situações onde há potencial risco de agressão.



