Homem é preso após sequestrar ex-companheira, mantê-la em cárcere por 6 horas e estuprá-la no AP
Preso por sequestrar ex, cárcere e estupro durante 6 horas no AP

Suspeito é preso após sequestrar ex-companheira e mantê-la em cárcere por seis horas com estupro e agressões no Amapá

A Polícia Civil do Amapá efetuou a prisão de um homem de 39 anos na última segunda-feira, dia 20, na cidade de Macapá. O indivíduo é acusado de sequestrar sua ex-companheira, mantê-la em cárcere privado por um período de seis horas, além de cometer agressões físicas e estupro contra a vítima.

Detalhes do crime e ação policial

De acordo com informações do delegado Eduardo Augusto Ribeiro, o crime ocorreu no dia 10 de abril. A vítima, uma mulher de 50 anos, foi abordada pelo ex-companheiro em uma via pública no centro da capital amapaense. Sob ameaça e violência física, ela foi levada à força para a residência do agressor.

Durante o tempo em que permaneceu em cárcere, a mulher sofreu uma série de violências, incluindo socos, tapas e tentativa de estrangulamento. O episódio culminou em um estupro, conforme relatos das investigações. O crime aconteceu apenas 18 dias após a Justiça ter prorrogado medidas protetivas que proibiam o homem de se aproximar da vítima, evidenciando um grave descumprimento da ordem judicial.

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A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) foi responsável pela investigação, reunindo provas e solicitando a prisão preventiva do suspeito. O pedido foi deferido pelo Juizado de Violência Doméstica de Macapá, resultando na captura do acusado e seu encaminhamento para audiência de custódia.

Acusações e alerta das autoridades

O homem vai responder por múltiplos crimes, conforme listado pela Polícia Civil:

  • Estupro
  • Sequestro
  • Cárcere privado com fins libidinosos
  • Lesão corporal no contexto de violência doméstica
  • Descumprimento de medida protetiva de urgência

A Polícia Civil reforça a importância de denúncias imediatas em casos de violência doméstica. As vítimas ou testemunhas podem entrar em contato pelos números 190 (Polícia Militar) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher), ou se dirigir diretamente a unidades especializadas, como a Deam, para garantir uma resposta rápida e eficaz das autoridades.

Este caso destaca a gravidade da violência contra a mulher e a necessidade de medidas protetivas serem rigorosamente cumpridas, além de reforçar o papel crucial das denúncias no combate a esses crimes.

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