Operação Escudo Lilás II prende 26 homens investigados por violência contra mulheres na Paraíba
Uma ação da Polícia Militar foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 27 de setembro, em múltiplas cidades da Paraíba, com foco específico em homens investigados por crimes de violência contra a mulher. A Operação Escudo Lilás II está cumprindo 26 mandados de prisão relacionados a violência doméstica e descumprimento de pensão alimentícia, segundo informações oficiais divulgadas pela corporação.
Abordagem preventiva e alcance territorial
De acordo com a Polícia Militar, a operação tem caráter preventivo e visa retirar de circulação indivíduos que já estão sob investigação por violência doméstica e que representam uma ameaça concreta para as vítimas. As ações estão concentradas em:
- João Pessoa, capital do estado
- Cabedelo, cidade vizinha
- Cidades do Litoral Sul da Paraíba
- Cidades do Litoral Norte da Paraíba
Os alvos dos mandados estão sendo conduzidos para a Cidade da Polícia Civil, localizada em João Pessoa, onde serão processados conforme a legislação vigente.
Contexto e resultados da primeira fase
Esta é a segunda fase da Operação Escudo Lilás, que teve sua etapa inicial realizada no começo do mês de março. Desde então, a ação policial já resultou em avanços significativos:
- Condução de aproximadamente 450 agressores à Justiça
- 42 prisões efetivas através de mandados judiciais
- Fortalecimento da Patrulha Maria da Penha no estado
A operação representa um esforço contínuo das autoridades paraibanas no combate à violência de gênero, alinhando-se com políticas públicas de proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Impacto e perspectivas futuras
A Operação Escudo Lilás II reforça o compromisso institucional com a segurança das mulheres paraibanas, demonstrando que ações coordenadas entre diferentes órgãos de segurança podem gerar resultados concretos na redução da violência doméstica. A expectativa é que novas fases sejam planejadas para ampliar o alcance das medidas protetivas e garantir que os agressores respondam legalmente por seus atos.



