A Delegacia da Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, deu início a um inquérito policial para investigar o participante do Big Brother Brasil 26, Pedro Henrique Espíndola. A ação foi aberta para apurar um suposto caso de importunação sexual, conforme noticiado pela Folhapress.
Acusação dentro da casa do BBB
O procedimento policial teve início após a autoridade tomar conhecimento dos fatos ocorridos dentro do reality show da TV Globo. A delegacia informou que as imagens do programa serão analisadas e que o ex-participante será convocado para prestar depoimento. Diligências estão em andamento para esclarecer a situação.
O vendedor ambulante Pedro Espíndola apertou o botão de desistência e deixou o BBB 26 no domingo, 18 de janeiro de 2026, poucas horas antes da primeira formação de paredão da temporada. A saída ocorreu após a participante Jordana Morais acusá-lo de assediá-la dentro da despensa da casa.
Relato detalhado do episódio
No início da noite de domingo, Jordana narrou o ocorrido para outros brothers. Ela contou que estava procurando um baby liss quando Pedro afirmou que havia um na despensa. Segundo seu relato, ele a acompanhou até o local.
"Ele entrou comigo na despensa, me pegou pelo pescoço e tentou me beijar. Eu falei: 'Cê tá louco?' e ele falou: 'Tô fazendo o que tô com vontade'", declarou a sister no programa.
Aflito com a repercussão da acusação, Pedro decidiu abandonar a competição pressionando o botão de desistência.
Repercussão e contexto anterior
O caso ganhou ainda mais dimensão devido a revelações anteriores do próprio participante. Na quinta-feira anterior à acusação, Pedro havia confessado, em várias ocasiões e para diferentes pessoas da casa, que traiu a esposa no início do relacionamento. Ele expressou admiração pela companheira devido ao perdão concedido por ela.
Nas redes sociais, a esposa de Pedro, Isabelle Nogueira, deixou de segui-lo e, em contrapartida, viu seu próprio perfil ganhar mais de 455 mil seguidores em um curto espaço de tempo, demonstrando a grande repercussão do caso fora do programa.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro agora assume a investigação para apurar a veracidade das acusações e determinar se houve efetivamente o crime de importunação sexual, conforme tipificado na legislação brasileira.