Bruna Marquezine critica ataques transfóbicos contra deputada Erika Hilton
Marquezine critica ataques transfóbicos contra Erika Hilton

Bruna Marquezine se pronuncia sobre ataques transfóbicos contra deputada Erika Hilton

A atriz Bruna Marquezine comentou publicamente sobre os recentes ataques transfóbicos direcionados à deputada federal Erika Hilton, do PSOL. A parlamentar foi escolhida para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, decisão que gerou uma onda de críticas de setores conservadores e da oposição política.

Contexto das críticas e discurso transfóbico

Os ataques ganharam destaque após declarações do apresentador Ratinho, em seu programa no SBT, que afirmou que "para ser mulher, tem que ter útero". Essa fala foi amplamente repercutida e criticada por ativistas e personalidades públicas, incluindo Marquezine. A deputada Erika Hilton, que é uma mulher trans, tem sido alvo constante de discriminação desde sua eleição, mas a nomeação para a comissão intensificou os ataques.

Bruna Marquezine expressou sua indignação em entrevista à coluna GENTE, destacando que é lamentável ver retrocessos em meio a avanços sociais. "Lamentável que a gente ainda, diante de tanto avanço, tenha esse momento de retrocesso, que a gente tem que passar a ver esse tipo de coisa acontecendo. Acho lamentável", declarou a atriz, reforçando sua posição contra a transfobia.

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Elogios à Erika Hilton e apoio público

Além de criticar as falas de Ratinho, Marquezine aproveitou para elogiar a trajetória e a resiliência da deputada. "Acho ela admirável. Toda vez que eu tenho a oportunidade de encontrar ela, demonstro minha admiração. Enfim, é uma pena. Que ela tenha a força para seguir porque a gente precisa muito dela", expôs a atriz, enfatizando a importância da representatividade e da luta pelos direitos das mulheres.

A nomeação de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher é vista como um marco na política brasileira, mas também expôs as profundas divisões e preconceitos ainda presentes na sociedade. A reação de Bruna Marquezine soma-se a outras vozes que têm defendido a inclusão e o respeito à diversidade, pressionando por um debate mais construtivo e menos discriminatório.

Esse episódio ressalta a necessidade contínua de educação e conscientização sobre questões de gênero e identidade, especialmente em espaços de poder onde decisões impactam diretamente a vida das mulheres. A solidariedade de figuras públicas como Marquezine pode ajudar a ampliar a visibilidade dessas causas e a promover mudanças positivas.

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