Mulher de 63 anos é encontrada morta com sinais de violência em Magé
Uma mulher foi encontrada morta na tarde de sexta-feira, 27 de setembro, no bairro Nova Campinas, em Magé, na Baixada Fluminense. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais, com moradores compartilhando detalhes sobre o crime que chocou a comunidade local.
Vítima era cabeleireira há mais de uma década
A vítima foi identificada como Evani Xavier Araujo Machado, de 63 anos, que trabalhava como cabeleireira há mais de 10 anos em um salão localizado na Avenida B, próximo a uma praça da região. Evani estava desaparecida desde a noite de quarta-feira, 25 de setembro, após encerrar seu expediente de trabalho.
O corpo foi localizado nos fundos de uma residência, às margens do Rio Roncador, apresentando sinais claros de violência, incluindo estrangulamento e espancamento. A descoberta foi feita por moradores que alertaram as autoridades policiais.
Desentendimentos com vizinho podem ser motivação
De acordo com relatos de residentes da área, a casa onde o corpo foi encontrado havia sido alugada recentemente por um homem. A motivação do crime pode estar relacionada a desentendimentos frequentes entre a vítima e esse morador, principalmente por causa de som alto e músicas consideradas inadequadas que causavam conflitos na vizinhança.
Moradores descreveram que Evani era uma pessoa conhecida e respeitada na comunidade, tornando o crime ainda mais chocante para aqueles que a conheciam.
Bolsa e carro da vítima apresentam circunstâncias suspeitas
A bolsa da vítima foi encontrada dentro do salão onde ela trabalhava, mas estava sem documentos, cartões ou dinheiro, levantando suspeitas sobre possíveis roubos associados ao crime. Além disso, o carro de Evani, que estava estacionado em frente ao estabelecimento comercial, desapareceu e foi posteriormente localizado abandonado em outra rua da região.
Evani residia em Piabetá, também no município de Magé, e sua morte deixou familiares e amigos em estado de profunda comoção.
Autoridades policiais investigam o caso
Em nota oficial, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) informou que está investigando a morte de Evani e realizando diligências para esclarecer todas as circunstâncias do caso. A Polícia Militar afirmou que, nesse tipo de ocorrência, atua no isolamento da área para permitir a realização da perícia técnica, enquanto a investigação criminal propriamente dita fica a cargo da Polícia Civil.
As autoridades estão coletando depoimentos de testemunhas e analisando evidências para identificar o autor ou autores do crime. A comunidade aguarda respostas enquanto o caso continua sob investigação.



