A Polícia Civil da Bahia, em ação conjunta com as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO) dos estados da Bahia e São Paulo, prendeu nesta sexta-feira (22) um homem apontado como chefe do tráfico de drogas na região sudoeste da Bahia. A captura ocorreu na cidade de São Paulo, para onde o suspeito teria fugido para escapar das autoridades.
Detalhes da prisão
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o suspeito é responsável por ordenar homicídios na cidade de Ipiaú, além de comandar o envio de fuzis e munições para comparsas de uma organização criminosa. A ação foi realizada pelas FICCO, que integram forças policiais de diferentes estados para combater o crime organizado.
Outras prisões nas últimas 24 horas
Com essa prisão, quatro pessoas apontadas como chefes de facção foram capturadas nas últimas 24 horas. Dois deles foram encontrados em Salvador, no aeroporto e na rodoviária, tentando fugir para o Rio de Janeiro. Um terceiro suspeito foi localizado no Rio de Janeiro, também nesta sexta-feira.
Suspeito de tiroteio que matou policial militar e irmão é preso no RJ
Em outra operação, um homem suspeito de ser um dos responsáveis por um tiroteio que matou três pessoas e deixou duas feridas, em Salvador, foi preso no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Polícia Militar da Bahia (PM-BA), que agiu em conjunto com agentes da capital carioca. O crime ocorreu durante uma festa em outubro de 2022, no bairro Cosme de Farias. Entre os mortos estavam o policial militar Maurício Carmo de Jesus, de 36 anos, e seu irmão, Valter Carmo de Jesus, de 40 anos. A terceira vítima não teve o nome divulgado.
O suspeito foi identificado como Ruan Pedreira Soares, baiano que residia no Rio de Janeiro. Ele aparece em um vídeo do dia da ação portando uma arma. Segundo a polícia, Ruan é apontado como articulador do envio de armas, munições e drogas para a Bahia, além de ordenar mortes violentas e coordenar lavagem de dinheiro de uma facção criminosa. Após a prisão, ele permanece sob custódia no Rio de Janeiro; a polícia não informou se será transferido para a Bahia.



