Vasco recupera parte de carga de uniformes roubados avaliada em R$ 1,2 milhão
A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu, nesta sexta-feira, 27 de março de 2026, a devolução de parte da carga de materiais esportivos do Vasco da Gama que havia sido roubada na última quarta-feira, 25. A mercadoria, avaliada em impressionantes R$ 1,2 milhão, foi recuperada em menos de 24 horas após o crime e entregue à SAF do clube ainda pela manhã.
Recuperação rápida e operação policial
Um caminhão enviado pelo próprio Vasco buscou os uniformes e acessórios na Cidade da Polícia, localizada no bairro do Jacaré, na zona norte do Rio. O material, composto por aproximadamente 200 caixas contendo uniformes e equipamentos da Nike, a nova fornecedora do clube, estava em um caminhão que deveria ser entregue no CT Moacyr Barbosa, na zona oeste da cidade, quando foi interceptado por criminosos.
A recuperação ocorreu na tarde de quinta-feira, 26, após agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) localizarem parte da carga no Morro do Dezoito, também situado na zona norte do Rio. A logística de transporte era de responsabilidade da Nike, parceira do Vasco em um contrato de sete anos que prevê investimentos totais de R$ 250 milhões.
Investigações em andamento e contexto do crime
A Polícia Civil já instaurou um inquérito para apurar minuciosamente as circunstâncias do crime e identificar os autores do roubo. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, mas as investigações seguem ativas para esclarecer todos os detalhes do caso.
Este incidente ocorre em um momento crucial para o Vasco da Gama, que se prepara para uma partida importante no Estádio de São Januário contra o Grêmio, marcada para este domingo, 22. A recuperação parcial da carga, embora não completa, representa um alívio significativo para o clube, que agora pode contar com parte dos equipamentos essenciais para os jogos e treinamentos.
A rapidez na ação policial demonstra a eficiência das forças de segurança em lidar com crimes de grande porte na região metropolitana do Rio, embora a falta de prisões imediatas levante questões sobre a continuidade das operações. A Nike, como responsável pelo transporte, também está envolvida nas investigações para avaliar possíveis falhas na segurança logística.



