A Polícia Civil de Capivari (SP) realizou, nesta segunda-feira (27), o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra três homens suspeitos de crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes. As operações foram executadas nos municípios de Capivari e Piracicaba (SP).
Primeiro caso em Capivari
No primeiro caso, ocorrido em Capivari, um homem de 22 anos foi alvo de um mandado de busca e apreensão, sendo posteriormente preso. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito frequentava locais onde havia adolescentes e é acusado de fazer comentários de teor sexual, intimidar e tocar as vítimas sem consentimento. Durante a ação, materiais foram apreendidos e passarão por análise pericial.
Segundo caso: tio suspeito de estupro contra sobrinha de 4 anos
O segundo caso também ocorreu em Capivari, no bairro Bonagúrio. Um homem de 23 anos, tio da vítima, foi preso sob suspeita de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas quatro anos. Segundo a Polícia Civil, ele se aproveitou da confiança da família para cometer os abusos. A vítima foi atendida pelo Conselho Tutelar, onde relatou os abusos. “Relatórios técnicos indicaram mudanças comportamentais relevantes na criança, compatíveis com situações de violência sexual praticadas contra seu tio”, descreve a polícia. Durante a operação, um aparelho celular foi apreendido, e o suspeito permanece preso.
Terceiro caso em Piracicaba
O terceiro caso foi registrado no bairro Jardim Nova Iguaçu, em Piracicaba. Um homem de 40 anos é investigado por estupro de vulnerável contra a própria sobrinha, uma criança de 10 anos. De acordo com a Polícia Civil, os abusos incluíram atos libidinosos dentro da própria residência e foram relatados pela própria vítima. Celulares foram apreendidos, e a prisão preventiva do suspeito foi decretada.
A Polícia Civil reforça a importância de denunciar casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, lembrando que os sinais podem incluir mudanças comportamentais, medo de determinadas pessoas ou locais, e lesões físicas. A orientação é procurar o Conselho Tutelar ou a delegacia mais próxima.



