PRF apreende 100 ampolas falsificadas de 'canetas rejuvenescedoras' no Distrito Federal
PRF apreende 100 ampolas falsificadas de 'canetas rejuvenescedoras' no DF

Operação da PRF intercepta carga de produtos estéticos ilegais no DF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma apreensão significativa no Distrito Federal, confiscando um total de 100 ampolas e canetas denominadas "rejuvenescedoras" que não possuíam registro para comercialização no território brasileiro. A ação policial aconteceu no último sábado, dia 7, no bairro do Recanto das Emas, mas os detalhes somente foram divulgados oficialmente nesta segunda-feira, 9.

Produtos de origem paraguaia e substância proibida

Conforme as imagens liberadas pela corporação, as embalagens apreendidas continham pelo menos duas substâncias distintas, fabricadas no Paraguai e com a venda expressamente proibida tanto no país vizinho quanto no Brasil. Além disso, os agentes encontraram frascos de tirzepatida, que é o princípio ativo do medicamento Mounjaro, igualmente sem autorização para ser vendido no mercado nacional.

Descoberta em compartimento secreto do veículo

Durante uma vistoria inicial, a equipe da PRF localizou quatro caixas de medicamentos ocultas de maneira improvisada dentro de um travesseiro. Os ocupantes do automóvel alegaram que os produtos seriam destinados exclusivamente para uso pessoal, o que levantou suspeitas imediatas. Diante da desconfiança, os policiais decidiram realizar uma verificação minuciosa na estrutura do carro.

Foi então que descobriram um compartimento oculto estrategicamente posicionado atrás do porta-luvas. Nesse esconderijo, havia mais 20 caixas contendo uma variedade de substâncias, totalizando as 100 ampolas apreendidas. A descoberta evidenciou uma tentativa de transporte clandestino de itens ilegais.

Destinação dos materiais apreendidos

O veículo utilizado no transporte e todos os medicamentos confiscados foram apreendidos e, posteriormente, encaminhados para a Receita Federal, onde passarão por análises mais aprofundadas. A operação reforça a vigilância das autoridades contra o comércio irregular de produtos que podem representar riscos à saúde pública, especialmente aqueles relacionados a tratamentos estéticos e medicamentosos sem regulamentação.