Operação Evali da Polícia Federal apreende cigarros eletrônicos no Sul de Minas
A Polícia Federal deflagrou a Operação Evali na manhã desta terça-feira (10), resultando na apreensão de uma carga significativa de cigarros eletrônicos na região do Sul de Minas. A ação, que cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal Criminal de Belo Horizonte, tem como foco investigar a introdução irregular desses dispositivos no país.
Investigações apontam para contrabando e venda a menores
Segundo as investigações, um homem residente em Lavras (MG) é suspeito de ser o responsável por importar e comercializar os cigarros eletrônicos de forma ilegal na região. A apuração revela que os produtos, conhecidos como vapes, eram vendidos inclusive para menores de idade, ampliando as preocupações com a saúde pública.
Recentemente, materiais destinados ao investigado já haviam sido apreendidos durante um transporte por via rodoviária, com origem em outro estado, reforçando a rede de distribuição irregular.
Proibição e riscos à saúde
A importação e comercialização de cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil, conforme resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O nome da operação, "Evali", faz referência à sigla em inglês para lesão pulmonar associada ao uso desses produtos, destacando os graves riscos à saúde.
Crimes investigados e penalidades
O inquérito apura o crime de contrabando, que prevê pena de dois a cinco anos de reclusão, além de outras infrações que possam ser identificadas. A Polícia Federal continua as investigações para desmantelar completamente a rede envolvida nessa atividade ilegal.
Esta operação reforça o compromisso das autoridades em combater a circulação de produtos proibidos e proteger a população, especialmente os jovens, dos perigos associados aos cigarros eletrônicos.



