Subiu para três o número de mortos após um ataque a tiros durante uma festa organizada por uma facção criminosa no Crato, na região do Cariri, no Ceará. O crime ocorreu no último domingo (26) e resultou na morte de um homem de 22 anos no local, além de ferir outras seis pessoas. Entre os feridos, dois adolescentes de 16 anos não resistiram aos ferimentos e morreram nos dias seguintes, sendo que uma das mortes foi confirmada nesta quarta-feira (29).
Vítimas do ataque
A vítima fatal identificada no local foi Vinicius Regiano de Oliveira, de 22 anos. As demais vítimas não tiveram suas identidades divulgadas pelas autoridades. Seis jovens, com idades entre 16 e 18 anos, foram baleados e encaminhados para unidades de saúde do município.
Dinâmica do crime
Segundo informações policiais, o ataque aconteceu por volta das 0h40 de domingo. Os suspeitos chegaram a uma chácara onde ocorria a festa, forçaram a entrada e começaram a atirar contra os participantes da comemoração. A ação foi rápida e violenta, deixando um rastro de sangue e pânico entre os presentes.
Investigação e buscas
Até o momento, os suspeitos de envolvimento no crime não foram identificados nem capturados. A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a Polícia Militar mantém operações ostensivas na região. As investigações estão a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Crato e do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI - Sul).
No local do crime, estiveram presentes equipes da Força Tática (FT) e do Policiamento Ostensivo Geral (POG), pertencentes ao 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), além do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) e do Batalhão Especializado em Policiamento do Interior (Bepi), unidades especializadas da Polícia Militar. A Perícia Forense e a Polícia Civil também atuaram na cena do crime.
Repercussão
O ataque chocou a comunidade local e reacendeu o debate sobre a violência relacionada a facções criminosas na região do Cariri. As autoridades seguem em diligências para localizar os responsáveis e evitar novos episódios de violência.



