Professor é indiciado por estupro de aluna com deficiência intelectual em escola de Uruana, Goiás
Professor indiciado por estupro de aluna com deficiência em escola

Professor é indiciado por estupro de aluna com deficiência intelectual em escola de Uruana

A Polícia Civil de Goiás concluiu o inquérito e indiciou um professor por estupro de vulnerável após ele ter sido acusado de violentar uma aluna de 17 anos com deficiência intelectual dentro de uma escola em Uruana, na região central do estado. O caso, que chocou a comunidade local, envolve uma vítima em situação de especial vulnerabilidade, agravando as circunstâncias do crime.

Investigação baseada em provas robustas

O delegado responsável pelo caso, Douglas Costa, destacou que a conclusão do inquérito foi possível graças a um conjunto sólido de evidências. "As testemunhas, os relatórios do Conselho Tutelar e os exames periciais foram essenciais para embasar nossa investigação", afirmou o delegado. O nome do professor não foi divulgado pelas autoridades, o que impediu a localização de sua defesa para comentários sobre as acusações.

Resposta da Secretaria de Educação

A Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) informou, por meio de comunicado à TV Anhanguera, que tomou medidas imediatas ao ser notificada sobre o caso. O professor, que atuava por contrato temporário, foi afastado das funções e teve seu vínculo encerrado com a rede estadual de ensino. A secretaria afirmou ainda que:

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  • Acionou o Conselho Tutelar e os órgãos de segurança pública
  • Está colaborando integralmente com as investigações em andamento
  • Presta suporte à estudante vítima e sua família
  • Oferece acompanhamento psicológico e social à afetada

Investigadores apuram possíveis outras vítimas

Segundo o delegado Douglas Costa, a polícia agora investiga se o professor pode ter cometido crimes semelhantes com outros alunos. Em 2021, o mesmo educador já havia sido alvo de investigação por assédio sexual em outra instituição de ensino também localizada em Uruana, conforme revelou reportagem da TV Anhanguera. Esse histórico levanta preocupações sobre um possível padrão de comportamento.

Processo encaminhado à Justiça

Com o inquérito policial finalizado, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário para as próximas etapas processuais. O professor responderá judicialmente pela acusação de estupro de vulnerável, crime cuja pena pode chegar a 15 anos de prisão, conforme previsto na legislação brasileira. A gravidade do delito, somada à condição da vítima, deve influenciar significativamente o andamento do processo.

A Secretaria de Educação não respondeu aos pedidos de posicionamento do g1 até a última atualização desta reportagem, mantendo o silêncio sobre detalhes administrativos do caso. A comunidade de Uruana aguarda com apreensão o desfecho judicial, enquanto debates sobre segurança nas escolas e proteção a estudantes vulneráveis ganham força na região.

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