Policial penal é presa em flagrante ao tentar entrar com celulares em penitenciária de Patrocínio
Policial penal presa por tentar entrar com celulares em penitenciária

Policial penal é detida ao tentar introduzir celulares em penitenciária de Patrocínio

Uma policial penal, com 40 anos de idade, foi presa em flagrante no sábado, dia 18, na Penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, localizada em Patrocínio, na região do Alto Paranaíba. A suspeita é de que a servidora tenha tentado entrar na unidade prisional com aparelhos celulares e acessórios, violando as normas de segurança do sistema carcerário.

Material apreendido e descoberta do caso

De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, o material ilícito foi localizado por volta das 11h30, quando outra policial penal encontrou uma embalagem suspeita escondida no chão do banheiro de visitantes da penitenciária. Ao verificarem o conteúdo, os agentes identificaram dois smartphones que ainda não haviam sido utilizados, além de carregadores e chips de telefonia móvel.

Após a apreensão, a direção da unidade prisional realizou uma análise minuciosa das imagens captadas pelo circuito interno de segurança. Conforme os registros visuais, a servidora suspeita foi flagrada entrando no banheiro com uma sacola que apresentava características idênticas àquela encontrada posteriormente. Momentos depois, ela saiu do local sem o item, levantando fortes indícios de sua participação no ato ilícito.

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Procedimentos adotados e investigação em andamento

A prisão em flagrante foi acompanhada pelo diretor de plantão da penitenciária, garantindo que todos os protocolos de segurança fossem seguidos rigorosamente. Os aparelhos eletrônicos e os acessórios apreendidos foram recolhidos como prova material, e as gravações do sistema de monitoramento foram anexadas à ocorrência policial para subsidiar as investigações.

A policial penal detida e o material apreendido foram encaminhados imediatamente à delegacia da Polícia Civil, que assumiu a responsabilidade pela apuração detalhada do caso. Paralelamente, o sistema prisional deve instaurar procedimentos administrativos internos para investigar possíveis desvios de conduta e aplicar as sanções cabíveis, conforme as normas disciplinares vigentes.

Posicionamento oficial da Secretaria de Justiça e Segurança Pública

Em nota oficial, a Sejusp informou que todas as providências administrativas necessárias foram adotadas pela direção da unidade prisional assim que o caso veio à tona. A secretaria reforçou que a sacola contendo os celulares, carregadores e chips foi localizada por outra policial penal no banheiro, destacando a eficácia dos mecanismos de vigilância.

A pasta também enfatizou que não compactua com quaisquer desvios de conduta por parte de seus servidores e que todas as suspeitas são apuradas com total respeito ao devido processo legal. Isso inclui a garantia do direito à ampla defesa e ao contraditório, assegurando que medidas administrativas e, quando necessário, judiciais, sejam implementadas de forma justa e transparente.

O caso continua sob investigação da Polícia Civil, que buscará esclarecer todos os detalhes envolvidos na tentativa de introdução dos aparelhos na penitenciária. As autoridades reforçam o compromisso com a integridade do sistema prisional e a adoção de medidas preventivas para evitar futuras ocorrências similares.

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