Diretor de escola pública é preso em flagrante por exploração sexual infantil em Sergipe
A Polícia Civil de Sergipe realizou nesta terça-feira (7) a prisão em flagrante de um diretor de escola pública no município de Porto da Folha. O homem é suspeito de envolvimento em crimes de exploração sexual infantil, conforme informações confirmadas pela própria corporação policial.
Investigação teve início com informações de Santa Catarina
De acordo com as autoridades, a investigação começou a partir de dados compartilhados pela Polícia Civil de Santa Catarina. As informações indicavam que o suspeito realizava aquisições recorrentes de material pornográfico ilícito através da internet.
Os gastos com essas transações chegaram a aproximadamente R$ 5 mil, todos vinculados ao cartão de crédito do investigado. A partir dessas informações, a polícia iniciou um monitoramento que permitiu identificar e localizar o homem em território sergipano.
Busca e apreensão resultou em apreensão de equipamentos
Durante a operação policial, além da prisão em flagrante, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na escola onde o diretor atuava. As equipes policiais apreenderam diversos itens durante a ação:
- Computadores e notebooks
- Aparelho celular
- Outros dispositivos eletrônicos
- Diversos preservativos adquiridos pela internet
Perícia confirmou material de exploração sexual infantil
Todos os materiais apreendidos foram encaminhados para análise pericial. Os exames realizados pela Polícia Científica confirmaram a presença de material de exploração sexual infantil em um dos notebooks apreendidos, o que reforçou as suspeitas iniciais sobre as atividades criminosas do diretor.
Investigações continuam para identificar possíveis vítimas
As investigações do caso seguem em andamento, com a Polícia Civil trabalhando para identificar possíveis vítimas dos crimes de exploração sexual. As autoridades buscam aprofundar a apuração dos fatos e compreender completamente a extensão das atividades ilícitas do diretor preso.
A prisão em flagrante ocorreu no próprio local da escola pública onde o homem exercia suas funções de direção, evidenciando a gravidade do caso que envolve um profissional que deveria zelar pela segurança e bem-estar de crianças e adolescentes.



