Mulher trans condenada por roubo e extorsão é presa foragida na Zona Oeste do Rio
Condenada por roubo e extorsão é presa foragida no Rio

Mulher trans condenada por roubo e extorsão é capturada foragida na Zona Oeste do Rio

A Polícia Civil do Rio de Janeiro efetuou a prisão, nesta quarta-feira (25), de uma mulher trans que estava foragida há quase um ano, após ser condenada a 24 anos de prisão por crimes de roubo majorado e extorsão qualificada. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) no bairro de Realengo, na Zona Oeste da cidade.

Identidade e modus operandi da acusada

Embora o nome social da mulher não tenha sido divulgado oficialmente, investigações apontam que ela se apresentava em sites de programa sob os pseudônimos Manu Gaúcha e Rainha do Gozo Farto. Segundo relatos da polícia, a acusada atuava em diversas cidades, alterando frequentemente seus nomes nas plataformas digitais, mas mantendo um padrão consistente em seus crimes.

O método utilizado envolvia marcar encontros íntimos através de sites e aplicativos de relacionamento. Durante os programas, ela ameaçava as vítimas com uma faca, roubando bens e dinheiro, muitas vezes utilizando até mesmo máquinas de cartão para realizar saques. Além disso, as investigações revelaram que a mulher guardava prints de conversas e acertos dos programas, os quais eram usados para extorquir mais dinheiro das vítimas após os encontros, sob a ameaça de expor os clientes.

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Contexto e desfecho do caso

A prisão ocorreu após um período de quase um ano em que a mulher estava foragida, evitando o cumprimento da pena de 24 anos de reclusão. A Desarme não forneceu detalhes sobre o que a acusada alegou em sua defesa durante a captura. Este caso destaca os riscos associados a golpes aplicados através de plataformas digitais e a importância da atuação policial especializada em crimes violentos e extorsivos.

Em um contexto mais amplo, incidentes como este ressaltam a necessidade de maior segurança e vigilância em interações online, especialmente em serviços que envolvem encontros pessoais. A polícia continua a investigar possíveis conexões e outros crimes similares que possam estar relacionados à acusada.

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