Biometria facial prende cinco foragidos em clássico Corinthians x Palmeiras na Neo Química Arena
Cinco foragidos presos em clássico por biometria facial em estádio

Biometria facial prende cinco foragidos durante clássico Corinthians e Palmeiras

Cinco indivíduos procurados pela Justiça foram detidos neste domingo, 12 de abril, ao tentarem ingressar na Neo Química Arena para assistir ao clássico entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro. A prisão foi realizada por meio do sistema de biometria facial, que identificou os suspeitos durante a fiscalização no estádio.

Detalhes dos criminosos capturados pela tecnologia

Entre os detidos, encontra-se um homem de 35 anos condenado no estado do Amazonas pelo crime de porte ilegal de arma de fogo. Outro preso, de 40 anos, possuía mandado de prisão preventiva em aberto por associação para o tráfico de drogas. Os demais incluíam um condenado por constrangimento ilegal e dois procurados por dívidas de pensão alimentícia.

Funcionamento do sistema de reconhecimento facial nos estádios

O monitoramento utiliza imagens de reconhecimento facial e cruza essas informações com dados do Banco Nacional de Mandados de Prisão. Quando uma irregularidade é detectada, o acesso ao evento é imediatamente bloqueado e a Polícia Militar é acionada para realizar a abordagem. A tecnologia também identifica torcedores que tentam acessar o estádio com:

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  • Ingressos comprados por cambistas
  • Uso de documentos falsos ou de terceiros
  • Descumprimento de ordens judiciais
  • Sanções impostas pelo Estatuto do Torcedor

Eficácia comprovada da biometria em eventos esportivos

Em apenas 100 jogos com monitoramento, o sistema já identificou 270 procurados, incluindo criminosos condenados por crimes graves como homicídio, roubo, tráfico de drogas, peculato e pedofilia. O cadastramento facial é obrigatório para compra de ingressos online, e qualquer pendência judicial gera um alerta digital para as autoridades.

Impacto na segurança e prevenção de fraudes

A medida tem coibido práticas fraudulentas, como a utilização de CPF de falecidos ou parentes para adquirir bilhetes, o que configura crime com pena de até dois anos de detenção. O sistema também auxilia na identificação de pessoas desaparecidas, ampliando sua utilidade além do âmbito esportivo.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo destacou que a tecnologia tem sido crucial para garantir a segurança nos estádios, criando um ambiente mais protegido para torcedores e inibindo a presença de criminosos em grandes eventos.

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