Svetlana Dali repete façanha e viaja sem passagem de Nova Jersey para Milão
Svetlana Dali viaja sem passagem de Nova Jersey para Milão

Svetlana Dali repete façanha e viaja sem passagem de Nova Jersey para Milão

A cidadã russa Svetlana Dali, que ganhou notoriedade em abril de 2024 ao enganar funcionários do Aeroporto Internacional JFK em Nova York e viajar sem passagem ou passaporte dos Estados Unidos para a França, voltou a protagonizar um episódio semelhante esta semana. Desta vez, o destino foi Milão, na Itália, onde a mulher pousou após um voo partindo do estado norte-americano de Nova Jersey.

Detalhes do novo incidente

Segundo uma fonte próxima das autoridades, citada pela CNN Internacional, o fato ocorreu na quarta-feira, por volta das 18 horas locais. Dali conseguiu, sem passagem, embarcar em um avião da United Airlines no Aeroporto Internacional de Newark. Durante o voo de aproximadamente sete horas, a tripulação descobriu que ela viajava sem bilhete, resultando em sua prisão ao pousar em Milão às 7h09 locais (3h09 em Brasília) desta quinta-feira.

A companhia aérea emitiu um comunicado, afirmando: "A segurança é a nossa maior prioridade", e detalhou que a situação está sendo investigada, com colaboração das entidades competentes. O FBI também se pronunciou, confirmando conhecimento do caso e participação nas investigações junto com as autoridades aeroportuárias.

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Histórico de condenações e tentativas anteriores

Em 2024, Dali foi condenada por embarcar em um voo sem bilhete ou identificação, um feito que surpreendeu muitos devido às regras rígidas dos aeroportos. Naquele episódio, em novembro de 2024, ela evitou uma zona de verificação de identificação, passou pelos funcionários da porta de embarque misturando-se com outros passageiros e escondeu-se no banheiro durante a maior parte da viagem.

Uma comissária de bordo conseguiu convencê-la a sair, mas Dali sentou-se e, quando questionada, identificou-se como Amy Hudson. A tripulação a convenceu a permanecer sentada no final do voo, e, ao pousar, ela foi detida. Em dezembro de 2024, foi extraditada para os EUA, onde reside.

Após ser ouvida, tentou remover uma pulseira eletrônica e pegar um ônibus para o Canadá, mas foi presa em Buffalo, Nova York. Durante o julgamento, seu advogado tentou culpar o aeroporto, alegando que a cliente não sabia da necessidade de identificação e passagem para voos internacionais. Na sentença, Dali afirmou acreditar que estava sendo envenenada e que suas ações visavam "proteger a sua vida".

Outras tentativas e incidentes

A viagem entre Nova Jersey e Paris não foi sua primeira tentativa. No mesmo mês em que enganou os funcionários do JFK, ela já havia tentado um ato similar no estado de Connecticut. Além disso, em fevereiro de 2024, foi encontrada trancada no banheiro do Aeroporto Internacional de Miami, evidenciando um padrão de comportamento.

As autoridades continuam a investigar os lapsos de segurança que permitiram esses incidentes, destacando desafios persistentes nos sistemas aeroportuários.

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