Estudante é presa pela PF com 10 quilos de haxixe escondidos em fundo falso de mala em aeroporto catarinense
Uma passageira de 25 anos, identificada como estudante e natural de Goiânia (GO), foi presa em flagrante pela Polícia Federal (PF) na tarde de sexta-feira (13), sob a acusação de tráfico internacional de drogas. O flagrante ocorreu no Aeroporto Internacional de Florianópolis, em Santa Catarina, após a jovem desembarcar de um voo direto proveniente de Lisboa, Portugal.
Operação de rotina descobre carga ilegal em compartimento secreto
Durante uma fiscalização de rotina no terminal de passageiros, agentes da PF identificaram comportamento suspeito e procederam à inspeção da bagagem despachada pela estudante, que atualmente reside em Campinas (SP). Após análise minuciosa na área reservada do aeroporto, os policiais descobriram um falso fundo na mala, onde estavam ocultos aproximadamente 10 quilos de haxixe.
Testes preliminares realizados no local confirmaram que o material apreendido trata-se do derivado concentrado da maconha. A droga foi encontrada em formato de tabletes, cuidadosamente escondidos no compartimento secreto, em uma tentativa de burlar a vigilância alfandegária.
Investigação apura destino da droga e estudante enfrenta pena severa
A universitária e a substância ilícita foram encaminhadas imediatamente para a sede da Polícia Federal em Florianópolis, onde as investigações foram intensificadas. As autoridades federais agora buscam determinar:
- Qual seria o destino final dos tabletes de haxixe apreendidos
- Possíveis conexões com redes criminosas internacionais
- Motivações que levaram a estudante a se envolver com o tráfico
Segundo estimativas da PF, o valor de mercado da droga apreendida gira em torno de R$ 100 mil. A pena para o crime de tráfico internacional de drogas, conforme a legislação brasileira, pode ultrapassar 30 anos de prisão, dependendo das circunstâncias do caso e do histórico da acusada.
O caso chama atenção não apenas pela sofisticação do método de ocultação da droga, mas também pelo perfil da detida: uma jovem estudante que, segundo investigações iniciais, não possuía antecedentes criminais. A PF reforça que operações de fiscalização em aeroportos continuarão sendo realizadas regularmente como parte da estratégia de combate ao narcotráfico internacional.
