Mulher é presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras em Jarinu, SP
Presa por venda ilegal de canetas emagrecedoras em Jarinu

Mulher é presa por venda clandestina de canetas emagrecedoras em Jarinu, SP

Uma mulher de 38 anos foi presa na última sexta-feira, 27 de setembro, pela Polícia Civil de Jarinu, no interior de São Paulo, acusada de comercializar ilegalmente canetas emagrecedoras sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A detenção ocorreu durante uma operação que já estava em andamento, investigando a venda clandestina desses produtos em grupos de redes sociais.

Operação policial e apreensões

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais identificaram a suspeita através de um grupo de mensagens onde eram divulgados produtos para emagrecimento. Os investigadores iniciaram uma conversa com a mulher e simularam uma compra, combinando uma entrega presencial. Ao chegarem ao local acertado, a vendedora foi surpreendida e estava com a medicação pronta para a comercialização.

No momento em que o produto foi exibido aos supostos clientes, ela foi imediatamente presa. Durante a ação, foram apreendidas quatro caixas de canetas emagrecedoras de origem estrangeira, que não possuíam registro na Anvisa, além do veículo e do celular utilizados pela mulher. Os itens foram encaminhados para perícia, e a suspeita foi levada à delegacia de Jarinu para os procedimentos cabíveis.

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Riscos à saúde pública

A venda de medicamentos sem registro na Anvisa representa um grave risco à saúde pública, pois esses produtos não passam pelos controles de qualidade e segurança necessários. As canetas emagrecedoras, em particular, podem conter substâncias não autorizadas ou em dosagens inadequadas, colocando em perigo a vida dos consumidores.

Esse caso destaca a importância da vigilância constante das autoridades sobre o comércio ilegal de produtos de saúde, especialmente em plataformas digitais, onde a fiscalização se torna mais desafiadora. A Polícia Civil reforça que continuará atuando para coibir essas práticas e proteger a população.

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