O Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio, foi marcado por uma mistura de celebrações e protestos ao redor do mundo. Na Coreia do Sul, milhares de pessoas participaram das comemorações do primeiro feriado nacional dedicado aos trabalhadores. Enquanto isso, nas Filipinas, trabalhadores foram às ruas para protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis, resultando em tumultos.
Protestos na América Latina
No Chile, a polícia utilizou jatos d'água para dispersar manifestantes encapuzados que, segundo a imprensa local, vandalizaram prédios durante os atos. Em Cuba, o tradicional desfile de apoio ao governo foi realizado nas proximidades da embaixada americana, em meio a ameaças do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Manifestações nos Estados Unidos e Europa
Nos Estados Unidos, um ato em Washington pediu mais dignidade para trabalhadores e imigrantes, além do fim da guerra. O aumento do custo de vida, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, foi o centro das manifestações também na Europa. Milhares de pessoas foram às ruas em Paris e Madri para expressar suas insatisfações.
Turquia: Repressão a Protestos
Na Turquia, a polícia impediu o acesso de manifestantes a uma praça em Istambul, resultando na detenção de mais de 500 pessoas. As autoridades justificaram a ação como necessária para manter a ordem pública.
As celebrações e protestos do 1º de maio refletem as tensões sociais e econômicas globais, com trabalhadores exigindo melhores condições e direitos em meio a desafios como inflação e conflitos internacionais.



