Moto aquática colide no mesmo píer de acidente fatal que matou seis pessoas em Rifaina
Moto aquática bate no píer onde 6 morreram em Rifaina

Novo acidente aquático ocorre no mesmo píer de tragédia anterior em Rifaina

Uma moto aquática colidiu contra um píer no Rio Grande, no mesmo local exato onde seis pessoas perderam a vida em um acidente com lancha no último dia 21 de fevereiro. O incidente, que aconteceu na represa entre as cidades de Rifaina, no estado de São Paulo, e Sacramento, em Minas Gerais, foi confirmado pela Prefeitura de Rifaina.

Homem ferido é socorrido, mas destino permanece desconhecido

O homem que pilotava a moto aquática sofreu ferimentos e foi prontamente socorrido no local do acidente. No entanto, até o momento da última atualização desta reportagem, não havia informações sobre qual unidade de saúde ele foi encaminhado para receber atendimento médico. A identidade da vítima também não foi divulgada pelas autoridades.

A embarcação envolvida no novo acidente foi removida para uma marina localizada em Rifaina. Contudo, a Prefeitura municipal esclareceu que o homem ferido não recebeu atendimento médico na cidade, levantando questões sobre seu paradeiro e condição de saúde.

Histórico trágico do local do acidente

O píer atingido pela moto aquática é o mesmo onde uma lancha se chocou na noite de 21 de fevereiro, resultando na morte de seis pessoas, incluindo uma criança de apenas quatro anos. A passarela pertence a um rancho situado no lado mineiro da represa, que marca a divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais.

No acidente anterior, a lancha apresentava capacidade máxima para oito pessoas, conforme informações da Marinha do Brasil, mas transportava 15 indivíduos a bordo, quase o dobro do permitido. Além disso, o piloto da embarcação, Wesley Carlos da Silva, de 45 anos, não possuía a Carteira de Habilitação de Amador (CHA) necessária para conduzir o veículo aquático. Ele foi uma das vítimas fatais do desastre.

Investigações em andamento e detalhes das vítimas

Todas as vítimas do acidente com a lancha eram moradoras de Franca, no interior de São Paulo, e foram enterradas naquela cidade. O caso continua sob investigação pela Polícia Civil de Minas Gerais, que busca apurar as circunstâncias exatas do ocorrido e possíveis responsabilidades.

O novo incidente com a moto aquática reacende preocupações sobre a segurança nas águas da represa e levanta questões sobre a necessidade de medidas preventivas adicionais no local, que já foi palco de uma tragédia de grandes proporções.