Tragédia em condomínio de Feira de Santana: menino de 2 anos morre afogado em piscina
Uma trágica cena abalou a tarde desta quarta-feira (25) em Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia. Um menino de apenas 2 anos, identificado como João Guilherme Virgínio de Souza, perdeu a vida após se afogar na piscina de um condomínio localizado no bairro SIM, na Avenida Centenário.
Irmão mais velho encontra a criança sem vida
De acordo com informações de moradores do condomínio repassadas à TV Subaé, afiliada da Rede Bahia, a criança foi encontrada já sem vida pelo próprio irmão, de 14 anos. No momento do ocorrido, o menino estava em casa com a família, em um aparente momento de descuido que resultou em tragédia.
Vizinhos relataram que a vítima teria tido acesso à piscina da residência porque a cerca de proteção estava aberta, levantando questões cruciais sobre segurança em áreas comuns de condomínios. A ausência dessa barreira física permitiu que o menino chegasse até a água, onde o acidente fatal aconteceu.
Procedimentos policiais e legais em andamento
A Polícia Civil (PC) foi acionada imediatamente após a descoberta do corpo. Guias para remoção e perícia foram expedidas com urgência, e o corpo da criança foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para a realização dos procedimentos legais necessários.
O caso foi registrado oficialmente na Central de Flagrantes de Feira de Santana, e a 2° Delegacia Territorial assumiu a responsabilidade de apurar minuciosamente todas as circunstâncias envolvidas na morte do pequeno João Guilherme. Investigadores buscam entender os detalhes que levaram ao acesso não supervisionado à piscina.
Contexto de segurança e alerta para famílias
Este triste episódio serve como um alerta sombrio para a importância de medidas rigorosas de segurança em ambientes com piscinas, especialmente em residências onde crianças pequenas residem ou visitam. A combinação de vigilância constante e barreiras físicas adequadas é fundamental para prevenir acidentes domésticos fatais como este.
A comunidade de Feira de Santana e região está em choque com a notícia, que ressoa como um lembrete doloroso dos riscos que cercam o cotidiano familiar. Autoridades reforçam a necessidade de atenção redobrada com crianças em áreas de lazer aquático.



