Passageira de moto por aplicativo morre em grave acidente no Anel Rodoviário de BH
Uma tragédia no trânsito de Belo Horizonte resultou na morte de uma passageira de moto por aplicativo, de 25 anos, na noite desta quinta-feira (3). O acidente ocorreu no Anel Rodoviário Celso Melo, próximo ao viaduto São Francisco, no sentido Vitória, envolvendo uma carreta, dois carros de passeio e uma motocicleta.
Detalhes do acidente e resgate
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a motocicleta colidiu com os dois veículos antes de cair na pista. Com o impacto, a passageira foi lançada e ficou presa embaixo do caminhão. Os agentes de resgate conseguiram retirar a vítima, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a mulher não resistiu aos ferimentos, falecendo no local devido a politraumatismo.
O motociclista, de 29 anos, foi socorrido e encaminhado para uma unidade hospitalar, onde recebe atendimento médico. As circunstâncias exatas do acidente ainda estão sob investigação pelas autoridades competentes.
Interdição e tráfego
O Anel Rodoviário ficou parcialmente interditado por aproximadamente três horas para permitir os trabalhos de perícia técnica. A via foi liberada por volta das 21h, após a conclusão das atividades. A BHTrans confirmou que equipes estiveram no local para prestar apoio logístico até a normalização do tráfego.
Contexto preocupante
Este é o segundo caso fatal envolvendo passageiras de moto por aplicativo em Belo Horizonte em poucos dias. Na última terça-feira (31), uma mulher de 29 anos morreu após a motocicleta em que estava na garupa colidir com um ônibus na Avenida Amazonas, no bairro Nova Suíça, na região Oeste da capital.
Naquele incidente, segundo a Polícia Militar, o motorista do ônibus relatou que a moto avançou o sinal vermelho, atingindo o coletivo. O motociclista sofreu ferimentos leves e foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento, enquanto o motorista do ônibus não se feriu. Testes de bafômetro foram negativos, e a documentação dos veículos estava regular.
As investigações sobre ambos os acidentes continuam, com foco em determinar as causas e possíveis responsabilidades. O g1 entrou em contato com a empresa responsável pelo aplicativo de moto, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.



