Menino de 12 anos sobe em teto de carro para fugir de pitbull em Rio das Ostras
Menino sobe em teto de carro para fugir de pitbull

Um menino de 12 anos ficou gravemente ferido após ser atacado por um cão da raça pitbull, na tarde desta quarta-feira (22), na Rua Campo de Pampo, no bairro Atlântico, em Rio das Ostras, na Baixada Litorânea do Rio de Janeiro. Na tentativa desesperada de escapar do animal, a criança subiu no teto de um carro estacionado, mas foi alcançada e puxada violentamente pelo cachorro.

Vídeo mostra momento de pânico

Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento de desespero. Uma mulher grita repetidamente: “Alguém me ajuda!”, “Ele pegou o menino, ai Meu Deus!”. Adolescentes correm para tentar fugir do animal e também para pedir socorro. O ataque ocorreu enquanto o menino brincava com amigos na rua. Segundo testemunhas, o cão estava solto quando avançou contra o grupo de crianças.

Teto do carro amassado

Imagens divulgadas mostram o teto do veículo amassado, onde a criança tentou se proteger do ataque. Durante a agressão, uma mulher que passava pelo local tentou impedir o ataque, mas não conseguiu conter o cachorro. Na tentativa de escapar, cada criança correu para um lado. O menino optou por subir no teto do carro, mas o pitbull o alcançou e o puxou com violência.

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Ferimentos graves e cirurgia

A vítima sofreu diversos ferimentos pelo corpo, incluindo a coxa esquerda dilacerada, chegando a correr risco de morte. Moradores relataram momentos de pânico ao presenciar a cena e tentar conter o animal. Um enfermeiro que mora em frente ao local prestou os primeiros socorros até a chegada do resgate. O menino foi levado às pressas para o Hospital Municipal de Rio das Ostras, onde passou por cirurgia e permanece internado, com estado estável e fora de perigo.

Registro policial e investigação

A ocorrência foi registrada no mesmo dia. Segundo o delegado responsável, o registro foi feito por omissão de cautela na guarda de animal e lesão corporal. A investigação está reunindo depoimentos e registros visuais para fundamentar o processo judicial. A Polícia Civil aguarda o boletim de atendimento médico para avaliar a gravidade das lesões e dar prosseguimento às medidas legais cabíveis.

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