Polícia fecha laboratório clandestino de remédios e anabolizantes em Natal
Polícia fecha laboratório clandestino de remédios em Natal

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (23), um homem de 37 anos suspeito de operar um laboratório clandestino voltado à produção e comercialização de medicamentos e anabolizantes em Natal. O indivíduo, cuja identidade não foi divulgada, será autuado por crime contra a saúde pública devido à fabricação e venda de produtos sem registro e em desacordo com as normas legais. As autoridades investigam ainda outros possíveis delitos cometidos pelo suspeito.

Investigação e operação Quimera

As apurações indicaram que o suspeito atuava na produção e comercialização irregular de substâncias anabolizantes, medicamentos controlados e produtos com finalidade emagrecedora. De acordo com a polícia, os itens não possuíam registro nos órgãos competentes, e a produção estava em desacordo com as exigências legais, caracterizando crimes contra a saúde pública.

A operação, batizada de Quimera, cumpriu três mandados de busca e apreensão contra o suspeito. Durante as diligências, os agentes localizaram a residência do homem, onde foi identificado um laboratório clandestino utilizado para a fabricação e acondicionamento dos produtos. No local, também foram encontrados medicamentos controlados, além de insumos, embalagens e equipamentos empregados na produção e distribuição irregular, conforme informou a polícia.

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Conexão interestadual e continuidade das investigações

As autoridades destacaram que o suspeito também é alvo de investigações pela Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP), o que sugere uma possível atuação interestadual. A Polícia Civil do RN afirmou que as investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e desarticular completamente a cadeia criminosa.

Preso em flagrante, o suspeito foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça. A operação Quimera reforça o combate à produção e comércio ilegal de substâncias que colocam em risco a saúde pública, e a polícia solicita que a população colabore com denúncias anônimas para auxiliar nas investigações.

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