Operação apreende 2,3 toneladas de produtos impróprios em Sertão, RS
2,3 toneladas de produtos apreendidos em Sertão, RS

Operação retira mais de 2,3 toneladas de produtos impróprios do consumo em Sertão, no RS

Uma ação de fiscalização resultou na apreensão de mais de 2,3 toneladas de produtos considerados impróprios para o consumo em Sertão, município localizado no Norte do Rio Grande do Sul. A operação, realizada em dois mercados e um açougue da cidade, levou à interdição de um dos estabelecimentos devido a condições de higiene extremamente inadequadas.

Produtos apreendidos e irregularidades identificadas

Entre os itens retirados de circulação estavam carnes, queijos, embutidos, pescados e até fraldas descartáveis. Parte significativa desses produtos apresentava prazo de validade vencido, incluindo mercadorias que expiraram ainda em 2019 e outras com data de validade futura, como 2025, indicando possíveis fraudes ou más práticas de armazenamento.

As equipes da Força-Tarefa do Programa Segurança dos Alimentos identificaram uma série de falhas graves nos locais fiscalizados, tais como:

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  • Produtos expostos sem qualquer informação de procedência
  • Alimentos com validade vencida
  • Armazenamento fora da temperatura adequada
  • Grande volume de carne sem comprovação de origem
  • Embalagens improvisadas e fracionamento irregular
  • Conservação inadequada dos alimentos

A combinação dessas irregularidades resultou na inutilização imediata de todo o material recolhido, visando proteger a saúde pública.

Colaboração entre órgãos estaduais e municipais

A operação contou com a participação de diversas instituições, demonstrando um esforço conjunto para garantir a segurança alimentar na região. As equipes envolvidas incluíram representantes da Defesa do Consumidor de Porto Alegre, do GAECO/MPRS, da Vigilância Sanitária de Sertão, da Secretaria Estadual da Saúde, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), da Delegacia do Consumidor (DECON) e da Patrulha Ambiental da Brigada Militar (PATRAM).

Essa colaboração reforça a importância da atuação integrada no combate a práticas que colocam em risco a saúde dos consumidores, especialmente em áreas rurais e municipais menores, onde a fiscalização pode enfrentar desafios logísticos.

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