O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o líder chinês, Xi Jinping, teria se referido de forma elegante aos EUA como uma 'nação em declínio' durante o encontro bilateral realizado nesta quinta-feira, 14, em Pequim. A afirmação foi feita por Trump em sua rede social Truth Social, onde ele interpretou a fala de Xi como uma crítica indireta ao governo anterior de Joe Biden.
Trump atribui declaração a Biden
Em sua publicação, Trump escreveu: 'Ele estava se referindo aos enormes danos que sofremos durante os quatro anos do Dorminhoco Joe Biden e da administração Biden, e nesse ponto, ele estava 100% correto'. O presidente americano enfatizou que Xi não estaria se referindo 'à incrível ascensão que os Estados Unidos demonstraram ao mundo durante os dezesseis meses espetaculares do governo Trump'.
Trump ainda acrescentou: 'Na verdade, o presidente Xi me parabenizou por tantos sucessos extraordinários em um período tão curto de tempo. Há dois anos, éramos, de fato, uma nação em declínio. Nesse ponto, concordo plenamente com o Presidente Xi! Mas agora, os Estados Unidos são a nação mais influente do mundo, e espero que nossa relação com a China seja mais forte e melhor do que nunca!'.
O encontro entre os líderes
A reunião de alto nível em Pequim abordou temas espinhosos como Oriente Médio, Taiwan, a crise na Ucrânia e a península coreana. Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, os dois líderes 'trocaram opiniões sobre importantes questões internacionais e regionais'. A declaração conjunta apontou que eles concordaram em firmar uma 'relação estratégica construtiva e estável entre a China e os EUA', além de uma 'estabilidade estratégica construtiva' com 'competição moderada' para um 'futuro promissor de paz'.
A Casa Branca informou que os líderes concordaram em uma questão-chave: que o Irã não deve ter armas nucleares. A China, aliada de Teerã e maior compradora de petróleo iraniano, também teria oferecido ajuda para reabrir o Estreito de Ormuz, segundo Trump.



