Irã mobiliza 1 milhão de soldados em preparação para possível invasão terrestre americana
Os líderes das sete democracias mais ricas do mundo se reuniram nesta sexta-feira, 27, nos arredores de Paris, para discutir o futuro da guerra no Oriente Médio, em meio a uma tensão total. O Irã está se preparando ativamente para uma possível invasão das tropas americanas, convocando mais de 1 milhão de soldados e recebendo um grande fluxo de voluntários dispostos a defender o país com armas.
Encontro do G7 dominado por preocupações econômicas e militares
Os ministros das Relações Exteriores do G7 tentaram encontrar uma saída para o perigoso impasse, com o encontro sendo dominado pela preocupação com o impacto sobre a economia global. Isso ocorreu especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz, que afetou significativamente o transporte de petróleo, fazendo com que o preço médio do barril voltasse a ultrapassar os US$ 110 nesta sexta-feira.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, participou das discussões e cobrou um maior envolvimento dos países europeus para reabrir o estreito. No entanto, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha tentou minimizar as tensões, afirmando que "não há qualquer pedido dos Estados Unidos para um envolvimento militar antes do fim das hostilidades". Essa posição foi adotada oficialmente pelo G7 durante o encontro.
Escalada militar no front e acusações de envolvimento russo
Enquanto isso, no front, o conflito se tornou mais intenso. Nesta sexta-feira, os Estados Unidos e Israel atingiram alvos estratégicos no Irã, incluindo uma fábrica de minas navais – bombas submarinas usadas para bloquear rotas marítimas – e, segundo a imprensa iraniana, instalações nucleares. Em Teerã, socorristas retiraram sobreviventes de um prédio residencial atingido.
Em resposta, o Irã lançou ataques contra Tel Aviv e a cidade de Netanya, com sirenes soando e explosões sendo ouvidas. Além disso, o Irã lançou uma nova onda de ataques contra bases americanas no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, acusou Estados Unidos e Israel de atacarem usinas iranianas e afirmou que os bombardeios contradizem a decisão de Donald Trump, que na quinta-feira, 26, adiou em mais dez dias o prazo para bombardear o setor de energia.
Preparações iranianas e temores de um novo Vietnã
Segundo a imprensa iraniana, o Irã agora espera uma possível invasão por terra e já convocou mais de 1 milhão de soldados para lutar contra os americanos. Essas notícias criam preocupação na Europa e o temor de um novo Vietnã, com autoridades europeias também alertando que a Rússia estaria ajudando o Irã a localizar alvos – acusação que a Rússia negou.
Na noite desta sexta-feira, autoridades americanas informaram ao jornal Wall Street Journal que um míssil e drones iranianos atingiram uma base dos Estados Unidos na Arábia Saudita, danificando aviões de abastecimento e ferindo dez militares. Depois da reunião do G7, o secretário americano Marco Rubio declarou que a guerra deve acabar em semanas, não em meses, buscando acalmar os ânimos.
Impacto humano e econômico:
- Em menos de um mês, quase 300 militares dos EUA ficaram feridos, e mais de mil soldados iranianos morreram na guerra.
- O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã afetou não apenas o petróleo, mas também outros produtos de exportação.
- Histórias trágicas emergem, como a de uma mãe de crianças mortas em uma escola bombardeada no Irã, que lembra a última conversa: 'Venha nos buscar na escola'.
Essa situação complexa continua a evoluir rapidamente, com implicações globais para a segurança, a economia e a estabilidade política na região do Oriente Médio.



