Irã ameaça atacar centros econômicos do Oriente Médio e prevê petróleo a US$ 200
Irã ameaça atacar centros econômicos do Oriente Médio

Irã ameaça atacar centros econômicos do Oriente Médio e prevê petróleo a US$ 200

A Guarda Revolucionária do Irã emitiu uma grave ameaça contra todos os centros econômicos do Oriente Médio, caso os bombardeios promovidos por Estados Unidos e Israel persistam. A declaração foi feita pelo general Ebrahim Jabbari, representante do poderoso braço ideológico das Forças Armadas iranianas, em um contexto de escalada do conflito na região.

Previsão de preço do petróleo dispara

O militar iraniano destacou que o preço do barril de petróleo, que atualmente ultrapassa US$ 80, pode alcançar a marca de US$ 200 em breve. Essa projeção alarmante reflete as tensões geopolíticas e os impactos econômicos gerados pelos recentes ataques.

Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, o Irã tem lançado mísseis e drones contra alvos americanos em diversos países do Oriente Médio, incluindo:

  • Arábia Saudita
  • Bahrein
  • Catar
  • Emirados Árabes Unidos
  • Kuwait

Essas ações provocaram o fechamento do espaço aéreo em boa parte da região, intensificando a instabilidade e afetando a segurança das rotas comerciais.

Fechamento do Estreito de Ormuz

Jabbari também afirmou que o Irã já fechou o Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o transporte global de petróleo. Essa medida representa uma estratégia de pressão econômica, visando aumentar os custos para os adversários e demonstrar a capacidade iraniana de influenciar os mercados energéticos.

A ameaça de atacar centros econômicos é vista como uma resposta direta às operações militares conduzidas por Estados Unidos e Israel, que têm como alvo infraestruturas iranianas. O general enfatizou que, se os inimigos decidirem atingir os principais centros do Irã, a retaliação será imediata e abrangente.

Especialistas alertam que essa escalada pode levar a consequências graves para a economia global, especialmente devido à dependência do petróleo do Oriente Médio. A situação exige atenção internacional, pois qualquer erro de cálculo pode desencadear um conflito de proporções ainda maiores.