O Banco do Brasil descartou o pagamento de dividendos extraordinários que poderiam ser distribuídos ao fim de 2026. A afirmação foi feita pelo vice-presidente de finanças da instituição, Marco Geovanne Tobias, durante entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira, 14 de maio.
Queda no lucro do primeiro trimestre
A decisão ocorre após o banco reportar um lucro líquido ajustado de 3,4 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2026, o que representa uma queda de 53,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A redução expressiva foi atribuída ao aumento da inadimplência no setor do agronegócio e na carteira de pessoas físicas.
Impactos no desempenho financeiro
Esses fatores prejudicaram o desempenho do lucro do banco e impediram a sobra de recursos além do necessário para reforçar o capital da companhia. Com isso, a possibilidade de distribuir dividendos extraordinários foi descartada. “Diante desse cenário, está completamente descartado o dividendo extraordinário em 2026”, afirmou Tobias.
Analistas do mercado financeiro consideram o balanço do Banco do Brasil decepcionante, e mais detalhes podem ser conferidos na reportagem completa.



