Casal é preso preventivamente por estupro de vulnerável em Propriá, Sergipe
Um homem e uma mulher, investigados por estupro de vulnerável contra mulheres, foram presos em Propriá, nesta quinta-feira, 26 de setembro. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos pelo Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil de Sergipe.
Modus operandi do casal explorava situações de fragilidade
De acordo com as investigações, o casal se aproveitava de situações de vulnerabilidade das vítimas, especialmente após a ingestão de bebida alcoólica, quando havia redução da capacidade de resistência, para praticar os abusos de forma conjunta. As vítimas eram abordadas em momentos de fragilidade, o que facilitava a ação criminosa dos investigados.
O homem foi localizado em uma academia, onde atuava como instrutor, enquanto a mulher foi encontrada na residência do casal. A prisão ocorreu de forma coordenada, garantindo a segurança dos agentes e a integridade do procedimento policial.
Histórico criminal reforçou necessidade da prisão preventiva
A Polícia Civil também destaca que os investigados já respondem a outro processo pelo mesmo tipo de crime, o que reforçou a necessidade da prisão preventiva. Esse histórico criminal foi um fator determinante para a decisão judicial, visando evitar novos abusos e garantir a continuidade das investigações.
As investigações seguem em andamento, com a apuração de possíveis outros casos e a análise de materiais apreendidos. A polícia está examinando evidências e coletando depoimentos para ampliar o entendimento sobre a extensão dos crimes cometidos pelo casal.
Polícia reforça canais de denúncia para vítimas e testemunhas
A Polícia Civil reforça que vítimas ou testemunhas podem contribuir com as investigações por meio do Disque-Denúncia 181, de forma sigilosa e gratuita. O canal está disponível 24 horas por dia, oferecendo anonimato e proteção para quem deseja reportar informações relevantes.
As autoridades alertam para a importância de denunciar casos de violência sexual, especialmente contra grupos vulneráveis, para que medidas preventivas e punitivas possam ser aplicadas de forma eficaz. A colaboração da comunidade é fundamental para combater esse tipo de crime e garantir justiça às vítimas.



