Mãe fica trancada em cemitério após perder horário de saída em Rondonópolis, MT
Mãe trancada em cemitério após perder horário em MT

Mãe fica trancada em cemitério após perder horário de saída em Rondonópolis, MT

"Morgana do céu!" – uma exclamação que, proferida no calor do momento, transformou-se em motivo de boas risadas e em um bordão familiar. A frase foi dita por Eliane Cristina de Souza, de 55 anos, após ela ficar trancada dentro do cemitério Vila Aurora, em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. O incidente, ocorrido no Dia de Finados do ano passado, ganhou destaque nas redes sociais nesta semana após ser divulgado pela própria família.

O incidente que virou piada familiar

Ao relatar o caso, Morgana Cristina de Souza, filha de Eliane e analista de Recursos Humanos de 35 anos, explicou que a mãe foi visitar o túmulo do padrasto Lindomar, carinhosamente apelidado de Lindo. No entanto, Eliane esqueceu um detalhe crucial: o horário de fechamento do portão, que ocorre pontualmente às 17 horas. "São coisas que só acontecem com a minha mãe. Ela é muito espontânea, não tem muito filtro e fala tudo na hora mesmo", afirmou Morgana, destacando o perfil descontraído da mãe.

Conforme as imagens que circularam na internet, Eliane permaneceu no cemitério após o fechamento dos portões. Ao receber o vídeo, Morgana tentou ligar para a mãe imediatamente, mas soube posteriormente que um funcionário do local foi acionado para abrir o portão e libertá-la. No ápice do susto, Eliane chegou a considerar pular o muro, que é relativamente baixo, mas desistiu por medo. "Ela disse para mim que ficou apavorada, que até pensou em pular lá, mas ficou com medo. Até brincamos depois com ela, que ia passar a noite com o Lindo", contou a filha, entre risos.

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Da situação constrangedora ao bordão do cotidiano

Após o ocorrido, a família transformou a frase "Morgana do céu!" em um bordão utilizado em diversas situações do dia a dia. "É a fila que demora no mercado, 'Morgana do céu!', e assim vai", explicou Morgana, demonstrando como o episódio foi assimilado com humor no núcleo familiar. A família possui duas residências: uma na capital Cuiabá e outra em Rondonópolis, devido ao trabalho com venda de calçados. Eliane costuma alternar entre as casas, passando quinze dias em cada uma.

O incidente, inicialmente assustador, terminou por fortalecer os laços familiares através do humor. A história serve como um lembrete leve sobre a importância de atenção aos horários, mesmo em momentos de comoção, como visitas a cemitérios. A viralização do caso nas redes sociais evidenciou como situações inusitadas podem unir as pessoas e gerar histórias para contar por anos.

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