Rapper Gucci Mane é sequestrado e roubado por colega que questionava contrato nos EUA
O famoso rapper norte-americano Gucci Mane foi vítima de um sequestro e roubo perpetrado por outro artista do mesmo gênero musical que questionava o contrato firmado com ele, conforme divulgou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. As autoridades americanas confirmaram que o crime violento aconteceu no dia 10 de janeiro, enquanto a operação policial para prender todos os envolvidos ocorreu nesta quinta-feira, dia 2.
Encontro no estúdio em Dallas vira cena de crime
Segundo as investigações, o rapper conhecido como Pooh Shiesty teria solicitado um encontro com Gucci Mane em um estúdio localizado na cidade de Dallas, no Texas. O motivo alegado por Shiesty seria discutir detalhes sobre seu contrato com a gravadora de Mane, que é uma das mais influentes no cenário do hip-hop norte-americano.
Shiesty compareceu ao local acompanhado de seu pai e de um amigo, criando uma situação que rapidamente se tornou tensa e perigosa. Os três indivíduos iniciaram uma discussão acalorada com Mane em uma sala privada do estúdio, quando, de repente, o acusado retirou o que parecia ser uma pistola de dentro de uma bolsa e ameaçou o colega rapper.
Assinatura forçada e roubo de objetos de valor
Sob ameaça de arma, Gucci Mane foi obrigado a assinar documentos que liberavam Pooh Shiesty do contrato com a gravadora, em um ato claramente coagido e ilegal. Imediatamente após a assinatura dos papéis, a situação escalou para um roubo em grande escala, onde Mane e outras pessoas presentes no estúdio tiveram seus pertences e dinheiro subtraídos à força.
Entre os itens roubados estavam um relógio Rolex de alto valor, uma bolsa de grife da marca Louis Vuitton e várias carteiras contendo dinheiro e documentos pessoais. Todas as vítimas foram forçadas a permanecer no local enquanto eram amarradas pelos criminosos, que agiram com violência e premeditação.
Oito pessoas indiciadas e provas cruciais
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou, no total, oito pessoas envolvidas na ação criminosa, que agora responderão pelos crimes de sequestro e roubo à mão armada, podendo enfrentar penas severas conforme a legislação americana.
Um dos fatores que mais auxiliou a investigação foi o fato de que, no momento do sequestro, Pooh Shiesty utilizava uma tornozeleira eletrônica por ter cometido um crime anterior no estado da Flórida. O equipamento de monitoramento sinalizou aos investigadores que o rapper estava exatamente no estúdio no dia e horário em que o crime ocorreu, fornecendo uma prova irrefutável de sua presença.
Além disso, câmeras de segurança instaladas no local e imagens publicadas nas redes sociais pelos próprios envolvidos serviram como evidências adicionais, fortalecendo o caso da acusação e facilitando a identificação e prisão de todos os suspeitos.



