Sydney Sweeney, musa MAGA, gera polêmica com papel hipersexualizado em Euphoria
Sydney Sweeney gera polêmica com papel em Euphoria

Atriz Sydney Sweeney causa revolta entre fãs conservadores com papel em Euphoria

A atriz norte-americana Sydney Sweeney, de 28 anos, conhecida como uma das musas do movimento político MAGA (Make America Great Again), está no centro de uma polêmica que tem agitado seu fiel fã-clube e a base ultraconservadora do Partido Republicano dos Estados Unidos. A controvérsia surgiu após o lançamento do trailer da nova temporada da série Euphoria, onde Sweeney interpreta uma modelo da plataforma de conteúdo adulto OnlyFans.

Visual hipersexualizado gera críticas e queixas nas redes sociais

No trailer recém-divulgado, a atriz aparece em cenas que exibem um visual hipersexualizado, incluindo danças sensuais em trajes sumários e até uma fantasia de cachorrinho. Essa representação tem sido alvo de duras críticas por parte de seguidores conservadores, que classificaram a performance como inapropriada e excessivamente sexualizada.

As redes sociais foram inundadas com queixas de apoiadores do movimento trumpista, que expressaram descontentamento com a escolha da atriz para esse papel. Muitos argumentam que a personagem contraria os valores tradicionais defendidos pelo grupo, gerando um conflito entre a imagem pública de Sweeney e sua atuação na série.

Reação do marido na trama e impacto no entretenimento

Na narrativa de Euphoria, o próprio marido da personagem interpretada por Sweeney demonstra reprovação em relação às suas atividades. Em uma fala marcante, ele reclama: “Trabalho o dia todo e ela fica de pernas abertas na internet”, refletindo uma visão crítica sobre a exposição da personagem.

Essa polêmica destaca um fenômeno crescente no mundo do entretenimento, onde a interseção entre política, cultura e mídia gera debates acalorados. A situação de Sydney Sweeney ilustra como figuras públicas podem enfrentar reações intensas de seu público quando suas escolas artísticas divergem de expectativas ideológicas.

O caso também levanta questões sobre a liberdade criativa versus a responsabilidade social de artistas, especialmente em um contexto de polarização política. Enquanto alguns defendem a autonomia da atriz em explorar papéis diversos, outros veem sua atuação como uma traição a princípios conservadores.

Com reportagens de Giovanna Fraguito e Nara Boechat, publicadas originalmente na edição de 23 de janeiro de 2026 da revista VEJA, a discussão continua a reverberar, mostrando o poder das narrativas televisivas em influenciar opiniões públicas e debates culturais.