Juliana Paes presta tributo às musas de Mestre Ciça na Viradouro
A atriz Juliana Paes assume um papel de grande significado no desfile da Unidos da Viradouro nesta segunda-feira (16). Sua fantasia, batizada de "Brilho eterno da rainha", foi concebida para homenagear todas as musas que reinaram sob a batuta do Mestre Ciça, figura central do enredo "Pra cima, Ciça!" da escola de samba.
Uma constelação de rainhas sob o comando do Caveira
Segundo informações apuradas, Juliana Paes desfila com a missão explícita de celebrar, por meio de sua presença, o legado das rainhas que brilharam ao lado do mestre, também conhecido carinhosamente como Caveira. Sob sua direção, passou uma verdadeira constelação de celebridades:
- Monique Evans, pioneira como rainha de bateria na Sapucaí, que desfilou pela Estácio de Sá em 1992.
- Camila Pitanga, que aos 16 anos teve uma breve, porém marcante, passagem pela Estácio em 1994.
- Luma de Oliveira, que brilhou na Viradouro no início dos anos 2000.
- Paolla Oliveira, que reinou na Grande Rio em 2010.
- Christiane Torloni, que assumiu o posto na Grande Rio em 2014.
- Gracyanne Barbosa, parceira na União da Ilha entre 2015 e 2018.
- Raíssa Machado e Erika Januza, que mais recentemente estiveram na Viradouro.
A própria Juliana Paes integra esta lista ilustre, tendo desfilado pela Viradouro entre 2004 e 2008. Agora, em 2026, ela retorna ao posto exatamente por solicitação do homenageado, após 17 anos de ausência.
O retorno emocionante e os elogios ao mestre
Desde que confirmou seu retorno, Juliana não tem medido palavras para expressar sua admiração por Mestre Ciça. "Falar do Mestre Ciça é falar de um gigantão, de um gigante. Conheço ele há muitos anos. Aprendi que, quando ele está ali, comandando uma bateria, é porque ele é gente, porque ele forma gente. Por isso ele é um mestre", declarou a atriz, evidenciando o respeito e a conexão profunda que mantém com o experiente ritmista.
O desfile da Viradouro, terceira escola a se apresentar no Grupo Especial, promete ser um momento de forte carga emocional e simbólica, unindo passado e presente em uma celebração do legado de Mestre Ciça e das mulheres que, ao seu lado, se tornaram ícones da avenida.



