Uma das séries mais assistidas da Netflix na última semana, a produção documental Ronaldinho Gaúcho soma mais de 4 milhões de visualizações, liderando o ranking de séries em língua não-inglesa em 15 países. Dirigida por Luís Ara, a produção acompanhou o ídolo da seleção brasileira durante um ano, com acesso a facetas pouco conhecidas do ex-jogador.
Postura nos bastidores
“Todo mundo conhece um Ronaldinho muito extrovertido, muito alegre, inclusive o do ‘rolê aleatório’, mas quando você fala com ele, na intimidade, é um cara super tímido, muito reservado, muito tranquilo e, sobretudo, com valores muito importantes na família”, revelou o cineasta sobre a postura do atleta nos bastidores. A partir desse olhar para um Ronaldinho diferente daquele que marcou época nos campos, a série de três capítulos explora a relação de Gaúcho com a família, incluindo o irmão Roberto de Assis, que gerenciou a carreira do jogador no futebol, com os amigos e até com a música.
Música e família
“Pudemos filmá-lo em processos criativos ligados ao projeto Tropa do Bruxo, além de acompanhá-lo em momentos especiais, como o Carnaval da Bahia. A música está sempre presente na vida do Ronaldinho”, conta o diretor sobre as gravações, reforçando que o atleta deu aval para que músicas de seu projeto pessoal entrassem na trilha sonora.
Rolês aleatórios e mistério
Famoso por ser o rei dos “rolês aleatórios” — suas aventuras incluem participar de uma versão turca do programa No Limite, visitar uma fábrica de suplementos disfarçado, atuar em filme com Mike Tyson e até tocar o sino na Bolsa de Valores de Nova York — o astro do futebol não fugiu à regra durante as gravações, protagonizando uma série de situações inusitadas. “Foram muitos [rolês aleatórios], mas preferimos manter um certo nível de privacidade sobre isso. O que podemos dizer é que acompanhar o Ronaldinho durante um ano inteiro foi uma verdadeira aventura, cheia de surpresas e momentos únicos”, finaliza o diretor, deixando o mistério no ar.



