A empresária e influenciadora Kylie Jenner foi alvo de uma ação trabalhista movida por uma ex-funcionária que alega ter sofrido assédio moral, discriminação e diversas violações no ambiente de trabalho. O processo foi aberto nos Estados Unidos e inclui também empresas de cosméticos ligadas à estrela.
Detalhes da denúncia
Angelica Vasquez, que apresentou a denúncia, afirma que enfrentou um ambiente descrito como “tóxico e abusivo” enquanto trabalhava em propriedades de Jenner na Califórnia. Ela alega que foi alvo constante de hostilidade, exclusão e humilhações por parte de outros empregados, além de receber tarefas consideradas mais difíceis e indesejadas.
Discriminação e humilhações
O processo, divulgado pela revista US Weekly, também menciona episódios de discriminação relacionados à origem, religião e condição de imigrante da trabalhadora. Vasquez diz ter sido ridicularizada pelo sotaque e tratada de forma inferior. Ainda de acordo com os autos, as reclamações internas feitas por ela não teriam sido atendidas.
Período de trabalho e consequências
A ex-funcionária trabalhou para Jenner entre setembro de 2024 e agosto de 2025. Segundo Vasquez, o cenário de pressão e constrangimento resultou em problemas de saúde, incluindo sintomas de ansiedade e estresse, o que a levou a pedir afastamento e, posteriormente, deixar o emprego.
Envolvimento de Kylie Jenner
Embora o nome de Kylie Jenner apareça como ré na ação, as acusações não indicam envolvimento direto da empresária nos episódios relatados, concentrando-se principalmente na conduta de membros da equipe. Até o momento, não houve posicionamento público da influenciadora sobre o caso.



