Relatório final da CPMI do INSS pede indiciamento de Lulinha, parlamentares e ex-ministros
CPMI do INSS pede indiciamento de Lulinha, parlamentares e ex-ministros

Relatório final da CPMI do INSS solicita indiciamento de Lulinha, quatro parlamentares e ex-ministros

O relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apresentado nesta sexta-feira, 27 de março de 2026, formalizou pedidos de indiciamento criminal contra uma série de figuras políticas e empresariais. Entre os nomes destacados está Fábio Luís Lula da Silva, popularmente conhecido como Lulinha, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Parlamentares e ex-ministros na mira da comissão

Além de Lulinha, o documento solicita o indiciamento de quatro parlamentares de diferentes partidos e estados. A lista inclui o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e os deputados federais Edson Araújo (PSB-MA), Maria Gorete Pereira (MDB-CE) e Euclides Pettersen (REPUBLICANOS-MG).

O relatório também atinge ex-integrantes dos governos de Lula e Jair Bolsonaro (PL), com pedidos de indiciamento para Carlos Lupi, que ocupou o cargo de ministro durante a gestão petista, e José Carlos Oliveira, também conhecido como Ahmed Oliveira, que foi ministro no governo bolsonarista.

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Figuras empresariais e operador do esquema de fraudes

O banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, também teve seu indiciamento requerido pela CPMI. Outro nome de destaque é Antônio Carlos Camilo, apelidado de "Careca do INSS", apontado pela investigação como o principal operador de um esquema de fraudes envolvendo aposentadorias no instituto.

As solicitações de indiciamento representam um passo significativo no processo de responsabilização criminal, cabendo agora ao Ministério Público e ao Poder Judiciário analisarem as provas e decidirem sobre a abertura de ações penais. O relatório final consolida meses de trabalho da comissão, que investigou supostas irregularidades e desvios no âmbito do INSS.

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