Corpo esquartejado em SC é de corretora gaúcha desaparecida; polícia investiga latrocínio
Corpo esquartejado em SC é de corretora gaúcha desaparecida

Corpo esquartejado encontrado em Major Gercino é identificado como corretora gaúcha desaparecida

A Polícia Civil confirmou que o corpo encontrado esquartejado em Major Gercino, no Vale do Rio Tijucas, na Grande Florianópolis, pertence à corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, que estava desaparecida desde o início de março. As autoridades tratam o caso como latrocínio e já apontaram pelo menos cinco suspeitos envolvidos no crime brutal.

Descoberta macabra por moradores locais

O corpo da mulher foi descoberto na quarta-feira (11) por moradores da região, que avistaram um saco suspeito dentro de um córrego e imediatamente acionaram as autoridades policiais. Segundo relatos, o corpo estava sem cabeça, pés e braços, evidenciando a violência extrema do crime. A Polícia Científica foi acionada para recolher evidências no local, enquanto a Polícia Civil se abstém de confirmar publicamente detalhes até uma coletiva de imprensa marcada para esta manhã.

Mensagens suspeitas e erros gramaticais alertaram família

De acordo com Matheus Estivalet Freitas, familiar da vítima, Luciani mantinha contato diário com a família e residia sozinha. O último contato registrado ocorreu em 4 de março, mas na segunda-feira seguinte, a família recebeu mensagens preocupantes enviadas do celular da corretora. Erros gramaticais evidentes nas mensagens, algo incomum para Luciani, levantaram suspeitas imediatas.

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Em uma das mensagens, a suposta Luciani afirmava estar bem, mas mencionava estar sendo perseguida por um ex-namorado. A combinação da comunicação atípica e a falta de parabéns para a mãe em data importante foram decisivas para a família registrar oficialmente o desaparecimento, desencadeando as investigações que levaram à trágica descoberta.

Investigações avançam com múltiplas linhas de apuração

A polícia está investigando o caso sob a hipótese de latrocínio, considerando a violência do crime e possíveis motivações financeiras. Paralelamente, reportagens indicam que o CPF da vítima foi utilizado para compras online após seu desaparecimento, adicionando uma camada digital às investigações. Equipes policiais trabalham para reconstruir os últimos momentos de Luciani e identificar os responsáveis pelo crime hediondo.

O caso choca a comunidade de Florianópolis e região, destacando preocupações com segurança pública e a violência contra mulheres. A polícia promete atualizações à medida que novas informações forem confirmadas.

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