Um aterro sanitário localizado nos arredores de Santiago, no Chile, foi identificado como a maior fonte de emissões de metano de origem humana em todo o planeta, de acordo com uma análise do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).
Impacto ambiental e reações locais
Moradores da região têm cobrado das autoridades soluções efetivas para combater o mau cheiro intenso e a poluição gerados pelo aterro. A situação tem causado desconforto e preocupação com a saúde pública na comunidade local.
Dados da ONU
O estudo do PNUMA destaca que o metano é um gás de efeito estufa com potencial de aquecimento global muito superior ao dióxido de carbono, tornando urgente a mitigação dessas emissões. O aterro chileno supera outras fontes conhecidas, como instalações de petróleo e gás, em volume de metano liberado.
Autoridades chilenas ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o relatório, mas organizações ambientais pressionam por medidas imediatas, como a captura do gás para geração de energia ou a implementação de sistemas de cobertura e drenagem mais eficientes.
Contexto global
O aquecimento global e a poluição são temas centrais nas discussões internacionais, e a descoberta coloca o Chile sob os holofotes. A ONU reforça que o controle de emissões de metano é uma das estratégias mais eficazes para conter o aumento da temperatura média do planeta a curto prazo.



