Incêndio em 50 pneus causa poluição ambiental em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso
Cerca de 50 pneus descartados irregularmente pegaram fogo na manhã desta sexta-feira, 6 de setembro, às margens da rodovia MT-449, em Lucas do Rio Verde, município localizado a 332 quilômetros de Cuiabá, capital de Mato Grosso. O incidente foi rapidamente classificado como um caso de poluição ambiental, devido ao descarte inadequado do material, que gerou riscos significativos à saúde pública e ao meio ambiente local.
Atuação dos bombeiros e fiscalização municipal
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado por volta das 11h30 para atender a ocorrência, que ocorreu em frente à Fundação Rio Verde. No local, as equipes encontraram os pneus em chamas, com uma grande emissão de fumaça tóxica, o que representava um perigo imediato para a região. Duas equipes especializadas atuaram no combate ao incêndio, realizando um rescaldo minucioso para evitar que novos focos de chama surgissem e se espalhassem.
Um fiscal da Prefeitura de Lucas do Rio Verde acompanhou toda a ação dos bombeiros e ficou responsável pelas medidas administrativas necessárias. Isso incluiu a notificação dos responsáveis pelo descarte irregular dos pneus, visando coibir práticas semelhantes no futuro e aplicar as penalidades cabíveis conforme a legislação ambiental.
Riscos ambientais e causas indeterminadas
A causa exata do incêndio ainda não foi identificada pelas autoridades, o que levanta preocupações sobre a segurança na área. No entanto, o caso foi oficialmente classificado como poluição ambiental, destacando os graves impactos do descarte irregular de resíduos como pneus, que podem liberar substâncias tóxicas quando queimados, contaminando o solo, a água e o ar.
Esse tipo de incidente reforça a necessidade de conscientização e fiscalização rigorosa sobre o descarte adequado de materiais, especialmente em regiões urbanas e rurais onde a acumulação de resíduos pode se tornar um problema recorrente. A comunidade de Lucas do Rio Verde e as autoridades locais estão alertas para evitar novos episódios que comprometam a saúde e a sustentabilidade ambiental.