Trabalhador morre após acidente com guindaste em Guarujá, litoral de São Paulo
Ronaldo Machado Sardinha, um trabalhador de 48 anos, faleceu após 17 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santo Amaro (HSA), em Guarujá, no litoral de São Paulo. O óbito ocorreu no sábado, 28 de março, às 16h40, como resultado de um grave acidente envolvendo um caminhão-guindaste.
Detalhes do acidente fatal
O incidente aconteceu na madrugada do dia 11 de março, no cruzamento entre as avenidas Osvaldo Cruz e Presidente Vargas, no bairro Parque Estuário. Segundo informações apuradas, o braço articulado do guindaste atingiu a cabeça de Ronaldo, causando a queda do veículo. O capacete amarelo usado pelo profissional ficou prensado no local, conforme imagem obtida pela reportagem, mas não foram divulgados detalhes sobre o serviço em execução ou a empresa responsável.
Atendimento médico e internação
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente, e uma equipe de suporte avançado sedou e entubou a vítima antes do transporte ao hospital. Ronaldo chegou ao HSA já entubado, após sofrer uma parada cardiorrespiratória e trauma craniano. Ele passou por tomografias e foi submetido a um procedimento cirúrgico com a equipe de neurologia, sendo encaminhado à UTI no mesmo dia em estado grave.
Durante a internação, o paciente realizou uma traqueostomia na terça-feira, 24 de março, e, três dias depois, sofreu uma parada cardíaca que foi revertida pela equipe médica. Apesar dos cuidados intensivos, seu estado se agravou, levando ao óbito.
Falta de informações oficiais
Até a publicação desta reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não se manifestou sobre o caso, deixando lacunas sobre as circunstâncias exatas do acidente e possíveis medidas de segurança. A ausência de detalhes sobre a empresa envolvida e o tipo de serviço realizado levanta questões sobre a fiscalização e prevenção de acidentes de trabalho na região.
Este trágico evento reforça a importância de protocolos de segurança rigorosos em operações com equipamentos pesados, como guindastes, para evitar futuras fatalidades. A comunidade local e familiares aguardam esclarecimentos das autoridades competentes.



