TSE mantém multa de R$ 30 mil a Pablo Marçal por ofensas a Ricardo Nunes
TSE mantém multa a Marçal por ofensas a prefeito de SP

TSE mantém punição a Pablo Marçal por ofensas ao prefeito de São Paulo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, por unanimidade, um recurso apresentado pelo influenciador Pablo Marçal contra sua condenação por ter ofendido o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, durante a campanha eleitoral de 2024. Com essa decisão, ficou mantida a multa de trinta mil reais aplicada ao digital influencer.

Ofensas proferidas em debate eleitoral

As declarações consideradas abusivas foram proferidas por Marçal em um debate da campanha eleitoral, quando os dois eram adversários políticos. O influenciador referiu-se a Nunes utilizando os termos "tchutchuca do PCC" e "canalha", expressões que foram alvo de processo no âmbito da Justiça Eleitoral.

A sessão virtual do TSE, conduzida pelos ministros da Corte, confirmou integralmente o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que havia considerado as falas como um abuso da liberdade de expressão. A decisão enfatiza os limites da atuação política e a necessidade de preservar o decoro nas disputas eleitorais.

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Fundamentação da decisão judicial

Os magistrados do TSE avaliaram que as ofensas ultrapassaram os limites do debate político democrático, configurando uma conduta passível de sanção conforme a legislação eleitoral. A manutenção da multa busca coibir práticas semelhantes em futuras campanhas, reforçando o caráter pedagógico da punição.

Este caso ilustra a atuação da Justiça Eleitoral na fiscalização de condutas consideradas desrespeitosas e potencialmente danosas ao processo democrático. A decisão unânime dos ministros sinaliza uma posição firme contra ofensas pessoais em contextos eleitorais, independentemente do perfil ou da notoriedade dos envolvidos.

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