Alok celebra energia do Planeta Atlântida e destaca conexão brasileira em entrevista exclusiva
Durante a última noite do Planeta Atlântida, o renomado DJ Alok reafirmou por que continua sendo um dos nomes mais aguardados do festival. Minutos antes de subir ao palco, o artista concedeu uma entrevista ao g1, onde falou sobre pertencimento e a força de estar de volta ao Sul do Brasil.
Corrente coletiva e presença brasileira no exterior
Alok descreveu uma espécie de corrente coletiva entre os brasileiros, algo que ele sente tanto em apresentações fora do país quanto em eventos históricos como o Planeta Atlântida. Toda vez que a gente vê um brasileiro cruzando as fronteiras e conquistando espaço lá fora, a gente se sente parte disso, afirmou o DJ.
Ele complementou: O Planeta em si é um festival que tem um aspecto internacional também. Está há muitos anos rolando e tem uma qualidade muito boa. Para Alok, não importa o tamanho do festival em outro continente: há sempre a sensação de que há uma galera junto, torcendo e fazendo parte da caminhada.
Vibração do público supera tecnologia
Segundo Alok, essa presença brasileira se manifesta até quando o público está rodeado de estrangeiros. A gente tem esse senso, que é diferente de outros países, eu vejo, opinou. Ao falar do Planeta Atlântida, ele lembrou que o festival construiu, ao longo dos anos, uma reputação de qualidade que o aproxima de grandes eventos globais, mas sem perder o traço mais importante: ser brasileiro.
Mesmo com toda a estrutura tecnológica que acompanha os shows de música eletrônica, Alok garantiu que nada supera a vibração vinda da multidão. Por mais que tenha drones hoje, tenha laser, a grande atração sempre é o público aqui, afirmou.
Energia singular do Rio Grande do Sul
Para ele, o Rio Grande do Sul adiciona uma dimensão própria a essa atmosfera. Por ser no Brasil, por ser no Rio Grande do Sul, a gente tem uma energia que é muito singular, acaba sendo muito superior ao que é lá fora nessa questão de vibe, comentou. A entrega do público — como ele define — é o que mantém sua apresentação viva.
Eles realmente fazem uma entrega que é uma entrega fora de série. Então eu sou muito grato de estar aqui, revelou Alok, encerrando com um agradecimento ao público gaúcho pela experiência única proporcionada durante o festival.