Réveillon 2026: Drones iluminam céus do Brasil e do mundo em inovação tecnológica
Drones revolucionam Réveillon 2026 no Brasil e mundo

A chegada do ano de 2026 foi marcada por uma revolução silenciosa nos céus de diversas metrópoles ao redor do planeta. A tradicional queima de fogos de artifício ganhou um companheiro de peso e luz: os espetáculos sincronizados de drones. Esta inovação tecnológica se espalhou por cidades brasileiras e internacionais, transformando a paisagem noturna da virada do ano.

Brasil no centro da inovação latino-americana

O Rio de Janeiro, que já detém o título do Guinness World Records pelo maior Réveillon do mundo, elevou ainda mais o patamar da festa em Copacabana. Sob o comando do DJ Alok, 1.200 drones subiram aos céus da Zona Sul, executando o que a prefeitura local classificou como a "maior apresentação de drones em eventos de grande porte da América Latina".

O espetáculo aéreo, que começou logo após a queima de fogos tradicional, foi sincronizado com a setlist do artista. As aeronaves formaram imagens icônicas da cidade, como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, e até interagiram com o público na praia, exibindo mensagens diretamente no ar.

Céus regionais ganham identidade local

A onda tecnológica não ficou restrita à capital carioca. Em Belo Horizonte, na Praça da Liberdade, cerca de 300 drones se uniram a fogos de baixo ruído para desenhar no céu símbolos associados à identidade de Minas Gerais, reunindo uma multidão para a celebração.

Já em Natal, no Rio Grande do Norte, a praia de Ponta Negra foi palco de um show de drones que deu as boas-vindas a 2026 com formas que remetiam aos famosos passeios pelas dunas da região. O interior do país também brilhou: em Rio Verde, Mato Grosso do Sul, os drones homenagearam o Pantanal, formando figuras de animais típicos como onças-pintadas, tuiuiús e capivaras.

Um fenômeno de escala global

A tendência cruzou oceanos e se estabeleceu como um marco global. Nos Emirados Árabes Unidos, a tecnologia foi destaque em múltiplas cidades. Dubai combinou sua famosa queima de fogos no Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo, com um espetáculo de drones. Abu Dhabi superou em escala, com uma apresentação impressionante que utilizou 6.500 drones para criar suas formas luminosas no céu da virada.

Na Europa, Barcelona também aderiu à moda, escrevendo o próprio nome da cidade catalã no firmamento com um show que misturou luzes, fumaça e cores vibrantes, provando que a nova linguagem visual das celebrações de Ano Novo já é compreendida em todos os continentes.

A virada para 2026 demonstrou claramente uma transição. Os drones deixaram de ser uma curiosidade pontual e se firmaram como um componente essencial e espetacular das grandes celebrações ao redor do mundo, inaugurando uma era onde a tecnologia e a tradição pirotécnica se fundem para criar novas memórias coletivas.