Lula curte Carnaval em Salvador antes de polêmica homenagem no Rio
Lula em Salvador antes de homenagem polêmica no Rio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mergulhou na energia do Carnaval baiano neste sábado, 14 de fevereiro de 2026, em Salvador, antes de uma polêmica homenagem agendada para o Rio de Janeiro. Acompanhado pela primeira-dama Janja e convidado pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o mandatário federal experimentou a festa popular longe das grandes aglomerações, mas com entusiasmo visível.

Experiência baiana com axé e dança

Lula assistiu aos tradicionais trios elétricos que animam as ruas da capital baiana, demonstrando em vídeos e fotos compartilhados em suas redes sociais uma participação ativa na folia. O presidente pulou e dançou ao som das músicas, capturando momentos de descontração que rapidamente viralizaram na internet.

Em publicação oficial, Lula exaltou a cultura local: “O povo baiano tem o molho. Ritmo. Potência. Axé. É impossível ficar parado. É uma energia que só vindo aqui pra saber o que é”, escreveu ele, destacando a vibração única do Carnaval de Salvador.

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Agenda carnavalesca com contraste político

Após o passeio pela Bahia, a agenda do presidente segue para o Rio de Janeiro, onde, neste domingo, 15, será homenageado pela escola de samba Acadêmicos de Niterói durante seu desfile. A escolha tem gerado debates e polêmicas em diferentes setores da sociedade, misturando cultura popular e política em um dos maiores palcos do Carnaval brasileiro.

Esta não é a primeira vez que Lula participa de eventos carnavalescos durante seu mandato, mas a sequência de aparições – primeiro em Salvador e depois no Rio – reforça a estratégia de aproximação com as tradições culturais do país. A presença ao lado de autoridades locais, como o governador Jerônimo Rodrigues, também sinaliza alinhamentos políticos em meio à folia.

Enquanto isso, nas redes sociais, as imagens do presidente dançando no Carnaval de Salvador continuam a repercutir, dividindo opiniões entre apoiadores, que celebram a simplicidade e integração, e críticos, que questionam o timing e o contexto das homenagens em ano eleitoral.

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