Mulher é presa em flagrante por suspeita de torturar criança de 11 anos em Paragominas
Uma mulher foi presa em flagrante nesta terça-feira (20) na cidade de Paragominas, localizada no sudeste do estado do Pará, suspeita de cometer o crime de tortura contra uma criança de apenas 11 anos de idade. A ação policial foi realizada pela Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca), com o apoio fundamental da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), destacando a coordenação entre órgãos de proteção.
Investigação iniciada após denúncia do Conselho Tutelar
De acordo com informações divulgadas pela polícia, a investigação teve início após o Conselho Tutelar notificar as autoridades sobre um episódio grave de violência envolvendo a criança. A vítima foi levada até a unidade policial para receber atendimento especializado, onde relatou os detalhes do ocorrido.
A criança contou que a agressão mais recente teria acontecido na segunda-feira (19) e que, logo após o episódio, ela ficou impedida de sair de casa. Vizinhos que ouviram os pedidos de ajuda da vítima intervieram prontamente, permitindo que ela conseguisse deixar o local da violência.
Fuga para casa da tia e prisão da suspeita
Após conseguir escapar, a criança buscou abrigo na residência de uma tia, onde encontrou um ambiente seguro temporariamente. A situação foi devidamente registrada e anexada ao procedimento policial, servindo como evidência crucial para as investigações.
Diante das informações coletadas, equipes das delegacias especializadas realizaram diligências imediatas e conseguiram localizar a suspeita. A mulher foi conduzida à delegacia e autuada em flagrante pelo crime de tortura, conforme previsto na legislação brasileira.
Estado emocional da criança e acompanhamento
A polícia informou ainda que a criança apresentava um forte abalo emocional no momento do atendimento inicial, refletindo o trauma sofrido. Atualmente, ela segue sob o acompanhamento da rede de proteção, que inclui serviços de assistência psicológica e social para garantir sua recuperação e segurança.
Este caso reforça a importância da atuação conjunta de órgãos como o Conselho Tutelar, delegacias especializadas e a comunidade, que desempenharam papéis essenciais na proteção da vítima e na prisão da suspeita.