Estudo da SOS Mata Atlântica revela estagnação na qualidade da água de rios do interior de SP
Qualidade da água de rios do interior de SP permanece regular e preocupante

Relatório da SOS Mata Atlântica alerta para estagnação na qualidade da água de rios no interior paulista

Um estudo recente da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado no Dia Mundial da Água, revela uma situação preocupante: a qualidade da água dos rios nas regiões de Sorocaba, Jundiaí e Itapetininga, no interior de São Paulo, permanece estagnada em um nível classificado como "regular". O relatório, que analisou os anos de 2024 e 2025, indica que essa estabilidade é negativa, refletindo a ineficácia das políticas de despoluição em curso.

Falta de avanços nas políticas de despoluição

Segundo a fundação, a ausência de progresso nas iniciativas de despoluição impede a melhoria de rios importantes, como o Tietê e o Sorocaba. Com isso, a poluição continua, tornando a água imprópria para atividades essenciais como pesca, turismo e, em alguns casos, até para o abastecimento público das cidades. A classificação "regular" já é considerada alarmante, pois sinaliza que a água pode apresentar riscos à saúde de pessoas e animais, além de limitar seu uso recreativo e econômico.

Resultados detalhados do estudo

O estudo analisou diversos rios da região, com a maioria recebendo a classificação de qualidade "regular". Apenum rio se destacou positivamente. Confira a lista completa:

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  • Qualidade Regular: Rio Tietê (em Salto e Laranjal Paulista), Rio Sorocaba, Rio Jundiaí e Ribeirão Cabreúva.
  • Qualidade Boa: Rio Piraí (em Itu e Salto).

A SOS Mata Atlântica utiliza uma escala de cinco níveis para classificar a qualidade da água: ótimo, bom, regular, ruim e péssimo. O nível "regular" é visto como um ponto crítico, indicando que a água está abaixo dos padrões ideais para consumo e atividades humanas, exigindo ações urgentes de revitalização.

Implicações para a saúde pública e o meio ambiente

A persistência da poluição nesses rios não só afeta a biodiversidade local, mas também coloca em risco a saúde das comunidades que dependem dessas fontes hídricas. A fundação enfatiza a necessidade de políticas mais eficazes e investimentos em infraestrutura para reverter esse cenário, promovendo a sustentabilidade e a proteção dos recursos naturais na região.

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