Polícia Ambiental apreende mais de 2 km de redes de pesca ilegais no Oeste Paulista
Em uma operação de fiscalização realizada no último sábado (7), equipes da Polícia Militar Ambiental apreenderam um total de 2,2 quilômetros de redes de pesca instaladas de forma irregular na região do Oeste Paulista. As ações de policiamento náutico ocorreram em dois locais distintos, demonstrando o compromisso das autoridades com a preservação dos recursos hídricos e a fauna aquática da região.
Operação em Presidente Epitácio
No reservatório da Usina Hidrelétrica (UHE) Sérgio Motta, localizado em Presidente Epitácio (SP), os agentes ambientais localizaram diversos lances de redes que, somados, totalizaram impressionantes 1.500 metros de comprimento. Durante a retirada cuidadosa do material proibido, os policiais encontraram vários peixes presos nas malhas, incluindo espécies como Curimba, Tucunaré, Piranha, Cascudo e Piauçu. Todos os animais foram resgatados com sucesso e soltos imediatamente de volta ao seu habitat natural, garantindo sua sobrevivência.
Ação no Rio Paraná em Panorama
Já no Rio Paraná, no trecho pertencente ao município de Panorama (SP), a fiscalização ambiental encontrou 14 redes de pesca armadas de maneira irregular. Cada uma dessas redes media 50 metros, perfazendo um total adicional de 700 metros de material proibido. Essa descoberta reforça a extensão do problema da pesca ilegal na área, que pode causar sérios danos ao ecossistema aquático.
Destino do material apreendido
As redes de pesca irregulares foram recolhidas pelos policiais e encaminhadas para as sedes das companhias ambientais em Presidente Prudente e Dracena. Lá, o material será processado conforme os protocolos estabelecidos, servindo como evidência para possíveis ações judiciais contra os infratores. A apreensão de equipamentos de pesca proibidos é uma medida crucial para coibir práticas que ameaçam a biodiversidade e desequilibram o ambiente aquático.
Esta operação destaca a importância do trabalho contínuo da Polícia Militar Ambiental no combate a crimes ambientais, protegendo não apenas a fauna, mas também os recursos hídricos essenciais para a região. A fiscalização regular em áreas como o Oeste Paulista é vital para garantir a sustentabilidade e a preservação dos ecossistemas locais para as futuras gerações.



